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segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Entrevista: Robert Barnett sobre "Por quê os tibetanos estão se ateando fogo"

Robert Barnett
No início desta semana um monge tibetano tornou-se a 22a pessoa, nos últimos 12 meses, a cometer auto-imolação em protesto às regras do governo chinês no Tibete. Robert Barnett, diretor do Programa de Estudos Modernos do Tibete na Universidade de Columbia, diz que este é um novo tipo de protesto político dos tibetanos, que poderá se tornar uma forma contínua de dissidência, caso o governo chinês não altere algumas das suas políticas na região.

Ásia Blog falou com Barnett por telefone.

Por que os monges e monjas decidiram usar esta forma particular de protesto contra o governo chinês?

As razões pelas quais optaram por este método de protesto não são exatamente claras. As pessoas dentro do Tibete, especialmente em áreas rurais, podem ocasionalmente acessar notícias de rádio em tibetano a partir de fontes externas, como a Voice of America e Radio Free Ásia, mas provavelmente conhecem pouco ou nada sobre a auto-imolação de um tunisiano no ano passado, muito menos sobre as auto-imolações vietnamitas há 50 anos atrás. Mas devem ter ouvido falar sobre as manifestações que levaram à Primavera Árabe, e isso pode ter incentivado as pessoas, de um modo geral, a ver o protesto popular como uma forma de trazer mudanças.

Mas eles podem ter escolhido esta forma de protestos, porque no ciclo anterior de instabilidade no Tibete em 2008, quando ocorreram cerca de 150 manifestações de rua por grupos muito grandes, cerca de 20 desses incidentes formaram uma espiral em direção ao caos e violência. A violência permitiu que o governo chinês evitasse abordar as questões subjacentes e reclamações dos manifestantes. A auto-imolação pode estar sendo vista como uma forma de evitar a desvantagem de formas tradicionais de protestos de rua em grande escala: envia uma mensagem para o governo de uma maneira que os manifestantes esperam que não seja facilmente deixada de lado, porque não causa danos a outras pessoas ou bens, e não envolve agitação.

Os protestos em geral clamam por "liberdade" e pela autorização para que o Dalai Lama possa regressar ao Tibete. Parecem ter sido desencadeados por uma virada dramática na política em 1994, quando o Estado chinês decidiu centrar-se sobretudo em atacar o Dalai Lama, forçando os monges e monjas a denunciá-lo, e intensificar controles relativos aos mosteiros e à religião. Esta política foi implementada inicialmente na Região Autônoma do Tibete, que é a metade ocidental do planalto tibetano em torno de Lhasa, mas nos últimos 10 anos, foi sendo imposta, mosteiro por mosteiro, em toda a metade oriental do planalto, onde vive a maioria dos tibetanos e onde os protestos atuais estão ocorrendo. Essa política inclui programas de reeducação nos mosteiros, proibições de culto ao Dalai Lama, minimização do papel da língua tibetana nas escolas, incentivo à migração de chineses para as áreas tibetanas, e outras restrições. Ninguém sabe por que eles decidiram estender essa política para a região leste do Tibete, uma vez que até então se mantinham relaxados e pacíficos, desde 1970.

Existe alguma tradição relativa a esse tipo específico de protesto na cultura budista?
A imprensa chinesa tem defendido que estes protestos violam os princípios e regras budistas , mas na verdade, estão em forte ressonância com a tradição budista. Suicídio é evitado no budismo, se realizado por motivos pessoais, mas o auto-sacrifício por uma causa nobre é altamente respeitado. Existem muitas histórias sobre o Buda fazendo isso em vidas anteriores; a mais famosa é aquela em que ele se sacrifica, dando seu corpo para uma tigresa à beira da morte para que ela pudesse alimentar seus filhotes. Assim, um ato que é feito para o bem da comunidade é considerado nobre, especialmente se for feito por um membro do clero.

É por estes atos estarem sendo feitos por monges, monjas ou ex-monges, que tem sido tão difícil para o governo chinês desacreditar os manifestantes - o que seria muito diferente se leigos estivessem envolvidos. O governo teve sucesso quase total em desacreditar cinco chineses, declarados pelo governo como sendo seguidores da seita Falun Gong, que realizaram uma auto-imolação em massa em Pequim, em 2001: o evento foi apresentado como prova de que essas pessoas tinham sofrido lavagem cerebral e eram manipuladas pelo Falun Gong. Mas apesar de algumas tentativas por parte da imprensa chinesa de fazer isso com os monges e monjas tibetanos, esses esforços fracassaram, em grande parte por serem tão amplamente respeitados dentro da comunidade tibetana.

Por que as duas partes não conseguem encontrar uma base comum para governar o Tibete?

Uma maneira de entender a questão tibetano-chinesa é olhar a questão do seu status, se o Tibete deve ou não ser parte da China, ou, sendo uma parte da China, que grau de autonomia deveria ter. Esta é uma questão que remonta pelo menos 100 anos, quando o exército chinês tentou pela primeira vez anexar o Tibete e integrá-lo ao território chinês. É algo que provavelmente levará muito tempo para ser resolvido.

Mas há uma segunda questão que é facilmente confundida com a primeira, que são as políticas que a China introduziu mais recentemente, em especial a decisão de 1994 de declarar o Dalai Lama como um inimigo, e outras questões que foram ao mesmo tempo intensificadas, como a reeducação, o uso da linguagem, e desenvolvimento econômico mais rápido. Há questões mais recentes emergindo agora, especialmente questões relacionadas com o ambiente, como o assentamento forçado de nômades e a mineração desenfreada. Como esses fatores secundários não estão gravados em pedra e estão constantemente assumindo novas formas, representam uma espécie de oportunidade para a China, e poderiam ser revertidos com bastante facilidade. Se fizessem isso, seria gerado algum alívio e teriam mais tempo para tentar resolver as principais questões referentes a autonomia e status. Não houve ainda sinal de qualquer movimento até o momento sobre estas questões secundárias. A China tem um sistema de liderança fraco e altamente conservador, baseado no consenso, o que torna muito difícil para os líderes chegar a um acordo sobre uma jogada ousada, relativa a uma questão fundamental de soberania e orgulho nacionais, de modo que quaisquer concessões serão muito discretas.

Existe alguma previsão sobre quando estas auto-imolações chegariam ao fim?

A China se vê como tendo sido sempre generosa para os tibetanos, pelo menos desde o início de 1980, devido aos grandes programas de subsídios para impulsionar o desenvolvimento econômico em áreas tibetanas, e porque vê os protestos como iniciativas do Dalai Lama e exilados, destinadas a "dividir "a China, através da criação de um Tibete independente. Os exilados negam isso, mas ao mesmo tempo usam uma retórica nacionalista muito forte, como seria de se esperar. Assim, embora uma solução negociada entre as duas lideranças não possa ser descartada, parece improvável na situação atual.

Enquanto isso, os tibetanos orientais, cuja ira já foi despertada, são resolutos e de temperamento forte, com uma memória longa e amarga dos vários ataques chineses em suas regiões e mosteiros durante todo o século passado, e eles defendem seus valores fundamentais. Assim, as tensões atuais não vão desaparecer sem alguma concessão do Partido. Essa concessão não precisaria ser muito grande para que as pessoas decidissem não se matar - tibetanos, mesmo os ativistas dentro do Tibete, são surpreendentemente moderados na maioria dos casos e geralmente pragmáticos; por isso, mesmo um gesto simbólico por parte do Estado teria um impacto significativo. Por exemplo, o Partido poderia cessar a reeducação política forçada e poderia parar sua campanha de demonização contra o Dalai Lama - políticas que não foram aplicadas no interior da China por décadas - e poderia regular a migração interna para o Tibete, como faz com Hong Kong. Se não o fizerem, as tensões aumentarão, e se mais pessoas forem mortas, as coisas poderão sair do controle e se tornar muito difíceis de resolver de forma significativa.

Foi relatado que nas últimas auto-imolações, mil pessoas cercaram o corpo para protegê-lo da polícia. Por que eles fazem isso?
Na cultura tibetana, quando alguém morre, o corpo deve ser perturbado tão pouco quanto possível logo após a morte. São realizados cerimônias e rituais especiais, na esperança de que a consciência se acalme, havendo assim uma melhor chance de um renascimento mais benéfico. Mas, como em qualquer religião, existem muitos níveis de explicação. Por exemplo, em geral, há uma visão que é importante dispor do corpo de forma adequada, como torná-lo alimento para aves ou peixes, uma vez que este é um tipo de generosidade, em lugar do método de cremação secular utilizado pelo Estado chinês. Neste caso, essas auto-imolações são claramente vistas pela comunidade local, não como um suicídio por um indivíduo desesperado, mas como um ato de dedicação para o benefício dos outros; por essa razão, as pessoas locais querem demonstrar respeito à pessoa morta, assegurando que os rituais sejam efetuados pelo clero. Portanto, há muitos fatores, além dos objeções à confiscação do corpo pela polícia.

Tradução livre de Jeanne Pilli

http://asiasociety.org/blog/asia/interview-robert-barnett-why-tibetans-are-setting-themselves-fire

 Facebook por Tibetíze-se, segunda, 27 de Fevereiro de 2012 às 11:46 ·

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

O Porquê das Bandeiras Tibetanas de Oração


Na história das bandeiras tibetanas de oração é dito que o Buda recitou uma prece e ela foi impressa nas bandeiras de batalha entre dois povos. A paz foi logo restabelecida entre eles. A tradição de oferecer bandeiras de oração ao vento foi introduzida no Tibet no século oitavo por um discípulo do Buda.

Tradicionalmente, as bandeiras são erguidas ao ar livre para que as preces sejam levadas e "recitadas" pelo vento por longas distâncias. Para se saber os dias auspiciosos para que cada um ergue suas bandeiras ver a página www.guessar.com.br/bandeiras_ondequando

É importante que, após serem erguidas, as bandeiras não devam ser removidas até serem trocadas por novas. As bandeiras velhas ou gastas pela ação do tempo deverão ser queimadas e não jogadas fora no lixo comum. Sugere-se que a cada novo ano sejam erguidas novas bandeiras para que se criem uma interdependência com o ano que se inicia. Este ano (2010) é o ano do Tigre de Metal e se inicia a 14 de fevereiro. Sete bandeiras são costuradas em um cordão para serem erguidas ao vento.


Bandeira Lung ta
Nas bandeiras Lung ta ou Cavalo de Vento estão impressas preces, mantras e as figuras de cinco animais que representam as nossas forças interiores.
 
O Garuda significa a nossa coragem, sabedoria e capacidade para enfrentar obstáculos como doenças e situações difíceis.


O Dragão representa a nossa capacidade para aprender e magnetizar através do som e da fala, nosso poder e boa reputação.


O Tigre é a nossa confiança, nossa bondade e modéstia.


O Leão das Neves representa a nossa alegria, nosso contentamento, nossa beleza e nossa mente clara e precisa.
Assim, a bandeira do Cavalo de Vento ou Lung ta representa nossa capacidade de realização, nossa força motivadora que reúne e harmoniza todas as outras. Ao seresm erguidas ao vento, estas bandeiras ativarão e fortalecerão nossas forçasinteriores atraindo boa fortuna e bem-estar. Nossas aspirações e empreendimentos poderão se realizar mais rapidamente.
 
Nas bandeiras de Manjushri, o buda da sabedoria, estão impressas preces, mantras e as imagens desse buda. Ao serem erguidas ao vento, nossa boa reputação, fama e carisma se fortalecerão. Nossa capacidade de lidar de forma positiva com nossos inimigos aumentará e eles poderão ser pacificados. Nossa própria inveja e a inveja dos outros enfraquecerá. Nosso magnetismo através da fala e naossa habilidade para lidar com os obstáculos nos relacionamentos aumentará. Recebemos bênçãos diretas e a proteção de Manjushri.



Tara é o aspecto feminino do buda. Nas suas bandeiras estão impressas preces, mantras e a imagem de Tara Vermelha, a nobre mãe, a veloz salvadora, mãe de todos os budas, também chamados de vitoriosos. Ela é como uma porta aberta para a bem aventurança e o estado desperto definitivo. Quando invocada, as bênçãos de Tara chegam rapidamente. Nossa proteção contra inimigos, ladrões e desastres naturais aumentará, nossa fertilidade crescerá e nossa capacidade de realização e de enfrentar obstáculos será fortalecida.

quinta-feira, 11 de junho de 2009

Incensos e Bandeiras Sagradas do Tibet


Foto Elton Melo - Pema Sonam
Em tibetano: "Chagdud Gonpa Odsal Ling - Bandeiras de Oração - Pema Sonam 2008"

Incensos consagrados por lamas tibetanos criam um vasto campo de energia positiva. Atraem boa fortuna, felicidade, proteção e bem estar. Aliviam a tensão da mente e do ambiente. Seu aroma é suave e agradável. É um suporte perfeito para meditações e é testado e aprovado como auxiliares eficazes no tratamento de alergias respiratórias. Contem pó abençoado em retiro nos quais mestres e praticantes budistas recitam mantras de purificação extensivamente. Atraem energias positivas para nossos empreendimentos e aspirações. São oferecidos em memória de pessoas falecidas, seres celestiais e divindades protetoras. São uma oferenda altamente eficaz para pacificar energias muito negativas. Os incensos tibetanos são maciços, sem varetas, o que resulta num longo tempo de queima e contém, como oferenda, mais de duzentos ingredientes como leite, manteiga, mel, melado, farinha, açúcares, flores, cereais, substâncias medicinais. Eles vem do Butão, Nepal e Tibet.

As bandeiras sagradas também passam por um ritual de purificação onde são removidas as impurezas geradas na sua produção. A seguir, são energizadas por mestes tibetanos com as bênçãos dos seres iluminados. Isto as torna sagradas e devem ser manipuladas com cuidado e respeito, evitando pisar sobre elas, passar por cima ou descartá-las em lixo comum. Tradicionalmente as bandeiras são erguidas ao vento e mantidas por um ano e então substituidas por novas. As bandeiras, assim como todo material budistas a ser descartado, devem ser queimadas. De acordo com a astrologia budista, há dias propícios para se erguer as bandeiras. No entanto, é muito comum vê-las se esfarrapando ao vento e às neves "eternas" dos Himalayas.

His Holiness Speech during Kalachakra Amravati

Animal skins

His Holiness Speech during Kalachakra Amravati
Translation by Monlam Lobsang

Since the real source of unpleasant feelings is our mind and its attitude so it is very important to change the way we look at things and this is what Dharma does.
Whether we believe in rebirth or not, one thing is same - we all want happiness and comfort. Within the community if there are principles, decency and honesty, this will obviously benefit the community. Likewise, if the human community is based on principles of peace, it will lessen the sufferings caused to Millions and Billions of animals. Otherwise, out of human’s limitless and unjustified greed and desires, they build Beef Farms, Pig Farms, and Fish Farms which never existed before and are not needed. And now, when the animals bring diseases they are killed in large numbers. So many fishes are killed and they suffer so much. For example, in Tibet the populations of wild animals like KYANG (Tibetan Wild Ass), TSOE (Tibetan antelope), NNAYA (Wild Sheep), GGO (Gazelle) and DRONG (Wild Yak) used to be huge but in recent times, due to intense hunting the population of these animals have shrunk and some even faces the danger of extinction.People have started realizing and caring about these issues now, including the Chinese government which is really good.These days in Tibet it seems the number of people involved in the Meat business is increasing which is a very pitiful condition. This shows how human greed leads to the suffering of animals. These days a lot of people are working for the protection of our environment which is great. But environment alone isn't enough, it's also very important to protect the animals and birds living in it because that is what surrounds us and that is what we are a part of. These creatures are a thing of joy and beauty.If we keep torturing these animals for our own benefits then it’s a very pitiful condition. The fashion of wearing animal skin is a matter of shame.Until recently, Tibetans living in India didn't have any bad reputation but recently, there were cases where Tibetans were involved in wildlife trade, smuggling and other such things. It's a matter of shame. Although I am just one ordinary single individual yet I have a social responsibility. So, when I keep hearing such sad and shameful stories at this age, sometimes I feel there is no use living in this world.These days there are many Tibetan groups in India working for Vegetarianism and spreading compassion for animals, such acts are extremely good and something to rejoice. Most of the monasteries have also turned their kitchen into vegetarian which is really good.Strong attachment towards the fashion of costly jewelries and wearing animal skins is an act of stupidity, a stigma on Tibetans and a matter of shame. Beauty should be skin deep. If you have spiritual knowledge, that's the best jewelry you can wear. I would like the Tibetans who have come from Tibet, to pass these messages to their brothers and sisters in Tibet. Tell them that I'm ashamed of their act - the use of animal skins and furs.So, if we can transform our mind based on the principles of peace, it will benefit so many animals and not only animals but also our environment. Transformation of mind is something which is very important and is something that can only be done from within.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Dharamsala - Forjando el Futuro de los Tibetanos

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Por Temtsel Hao Open Democracy News Analysis
Online29 de abril de 2009

La capital de la comunidad tibetana en exilio es un crisol donde la identidad nacional y política está siendo restaurada. El proceso también vuelve aparente los flujos de la política y el pensamiento oficiales de China con respecto a Tíbet, dice Temtsel Hao.
La actitud de las autoridades en la República Popular China (RPC) hacia el Dalai Lama y los tibetanos en exilio es reminiscencia de la respuesta de Joseph Stalin cuando al dictador soviético se le advirtió evitar el conflicto con la iglesia católica: "¿Con cuántas divisiones cuenta el Papa?"
El desdén rutinario de Beijing tiene eco en La China Infeliz, un trabajo de súper venta de un grupo de portavoces con estilo personal para el nacionalismo chino. Uno de los autores dice que China no tiene necesidad alguna de discutir con Occidente si Tíbet fue parte de China históricamente o si es parte legítima de la China actual: China sólo necesita dejar en claro que ocupó Tíbet en 1959. ¿Qué puede hacer Occidente? El caso de realismo brutal y "poder fuerte" en los que el verdadero control importa más que cualquier justificación moral o histórica, revela una corriente de pensamiento significativa en la China contemporánea (ver Song Xiaojun, Wang Xiadodong, Huang Jisu, Song Qiang & Liu Yang, La China Infeliz (Unhappy China) [Jiangsu, People's Press, 2009]
La respuesta a la versión actualizada de la pregunta de Joseph Stalin está clara a partir de una visita a Dharamsala al norte del estado indio de Himachal Pradesh done el Dalai Lama y el gobierno tibetano en exilio se establecieron desde su huída de Tíbet hace cincuenta años. El líder espiritual de Tíbet no tiene ninguna división, excepto algunos guardaespaldas (no armadas) en su residencia. A lo largo del camino por la montaña que lleva a Dharamsala, un visitante puede ver muchos soldados – pero ellos son gurkha, y pertenecen a las fuerzas armadas de India que están establecidas en las cercanías. En realidad, muchos vienen aquí justamente porque Dharamsala representa los valores predicados por el Dalai Lama y personificados por las comunidades tibetanas en exilio: la armonía de las culturas tibetanas e indias, la tranquila inspiración del espíritu, "el poder blando".
Un escultor de madera ghurkha me dijo que cuando los tibetanos llegaron a McLeod Ganj (la parte alta de Dharamsala, recinto del templo y la residencia del Dalai Lama) en 1960, la pequeña estación montañesa construida por los británicos sólo tenía tres residencias. La presencia de los tibetanos ha traído turismo y prosperidad económica a la región, y todos los lugareños se han beneficiado. Él se preocupa de que un arreglo del tema de Tíbet que llevó a los lamas tibetanos a dejar su hogar resulte negativo para la economía y trabajos locales. Sarnas, un escritor hindú en el área quien creció junto a la comunidad tibetana en Dharamsala, también es pesimista sobre el posible regreso de los tibetanos a su tierra; pero él alaba la armonía y riqueza culturales que ellos trajeron al lugar.

El otro lado
La presencia tibetana en Dharamsala – "La pequeña Lhasa" – la ha vuelto una atracción global para peregrinos, turistas y montañeses. Al otro lado de la montaña del Himalaya, el cierre de Lhasa en sí a turistas y periodistas extranjeros desde las protestas y las resultantes medidas represivas en marzo de 2008 ha acentuado esta tendencia. En las calles, cafés y restaurantes de McLeod Ganj, los monjes tibetanos se mezclan con turistas internacionales y extranjeros "localizados" que han pasado muchos años en los monasterios y organizaciones voluntarias aquí. Muchos de ellos usan vestuario tibetano o indio.

En la Región Autónoma de Tíbet (RAT) y todo lugar en China, la presencia de tibetanos exiliados y los retratos del Dalai Lama son tabúes políticos. Pero en Dharamsala todo está a disposición desde "el otro lado": noticias en televisión y propaganda en distintos canales chinos en idioma tibetano, dramas y (nuevamente) programas de propaganda doblada al tibetano. Su audiencia objetivo original son los tibetanos étnicos que viven en la RAT y en regiones vecinas a la RPC donde muchos tibetanos residen (Qinghai, Gansu y Sichuan – o en las tibetanas U-Tsang Amdo y Kham).

Los oficiales del gobierno tibetano en exilio expresan su confianza en cuanto a que los tibetanos en Dharamsala no resultarán con un lavado de cerebro a partir de estos canales de televisión chinos, incluso es algo bueno para las comunidades tibetanas para conocer los argumentos chinos. De hecho, algunos tibetanos jóvenes en Dharamsala me indicaron riéndose algunos absurdos en la propaganda de los programas de televisión. Los oficiales tibetanos, cuando consultados sobre cómo van a manejar la gran ofensiva internacional del gobierno chino, expresaron su confianza en que el mantenerse abiertos y honestos es todo lo que necesitan.

Sus recursos pueden ser débiles cuando comparados con los de Beijing, pero ellos confían en que la verdad está de su lado y que la campaña del gobierno chino no logrará el objetivo esperado. Como evidencia, el oficial del gobierno en exilio, Thubten Samphel citó un anuncio de doce páginas que alaba las políticas de China en Tíbet que apareció en el periódico Daily Times de Malaui en marzo de 2009. Thubten Samphel dijo que la presentación -costeada por la embajada china en Lilongüe-, en realidad ayudó a la causa tibetana al internacionalizar el tema en el distante Malaui, donde sólo unos pocos habían oído de Tíbet.

La ecuanimidad tibetana se está viendo afectada. Dharamsala es más pequeña que una ciudad regular en China y posee recursos económicos modestos, aunque hay una notable calma ante la tercera economía más grande y (probablemente) poder militar en el mundo. Algo de esto puede deberse al regular flujo de nuevos arribados desde Tíbet. El gobierno chino ha usado una variedad de formas (desde el control de información a una fuerte inversión en infraestructura y proyectos de viviendas) para convencer a los tibetanos que están mejor bajo su cuidado. Esto no ha detenido a los tibetanos a arriesgar sus vidas en arduos viajes por el Himalaya para comenzar la próxima etapa de sus vidas como refugiados. Conocí a algunos de estos tibetanos en un centro de recepción de refugiados. Algunos querían una mejor educación, otros deseaban hacerse monjes en los monasterios, algunos sólo querían una vida mejor; ninguno quería regresar a su patria mientras estuviese bajo control chino.

Muchos de los refugiados tibetanos en Dharamsala saben chino. Un pasatiempo favorito de los jóvenes es ir a los cafés Internet, ver video-clips chinos y sacar ventaja del software popular para chatear en línea con jóvenes chinos. Un visitante rápidamente se da cuenta de que los tibetanos que hacen llamadas internacionales a sus parientes y amigos al otro lado del Himalaya, a menudo, hablan en chino.

Los jóvenes tibetanos que han sido educados en el sistema chino, incluyendo aquellos que llegan hasta Dharamsala, son fluidos en chino. Tsegyam, el secretario del Dalai Lama me dijo que desde los años 80, las autoridades chinas instauraron un programa a gran escala con la intención de producir una nueva generación de tibetanos pro China. Esto implicó seleccionar a niños tibetanos para que enseñen en escuelas especiales en las diversas provincias chinas. Los primeros graduados tibetanos de estas escuelas ahora ya tienen 20 años; muchos son muy activos en su expresión de sentimientos nacionalistas pro Tíbet en foros chinos en línea.

Un mundo de diferencia
El político de Singapur, Lee Kuan Yew sugirió que los chinos solo necesitan una cosa para resolver el problema tibetano: tiempo. "(Los chinos) necesitan tiempo para traer una nueva generación (de tibetanos): hablando chino, pensando como chinos e integrándose … a China", expresó un ex primer ministro en una entrevista en abril de 2009. La evidencia de las permanentes protestas anti China en las regiones tibetanas de China, el continuo flujo de tibetanos a Dharamsala, y el comportamiento y actitudes sociales de los jóvenes tibetanos demuestran que aquellos que incluso "hablan chino" no necesariamente "piensan como chinos".

Lo que asumen las palabras de Lee Kuan Yew – que los chinos piensan de una forma parecida, y que los tibetanos pueden ser asimilados-, puede relacionarse a su fe de largo tiempo en "los valores asiáticos". La opinión del actor de cine de Hong Kong Jackie Chan, quien dijo en una conferencia de líderes de negocios que "los chinos necesitan ser controlados" , refleja una creencia similar. Pero muchos chinos rebaten la idea de que el autoritarismo sea beneficioso y que ellos hayan de someter sus voces y aceptar la usurpación de sus derechos. En la opinión de ellos, "pensar como chino" significa pensar como un pueblo libre.

Incluso los nacionalistas chinos de izquierda que produjeron La China Infeliz (Unhappy china) combinaron su llamado a una mayor aserción de los derechos nacionales de China en la arena internacional con énfasis en que China necesita "mejorar los derechos humanos internamente" . En esto, ellos evitan, al menos, la presunción de muchos de sus contrapartes occidentales que niegan los derechos humanos y cívicos a los chinos (y otros) sólo porque son los americanos u otros occidentales quienes hacen el llamado.

Una presunción separada aflige a aquellos forasteros que sí apoyan los derechos humanos y cívicos para los chinos, pero que tienden a asociar el tema con una política orientada hacia el exterior de anticolonialismo y nacionalismo anti Occidente. En estos, ellos se niegan a reconocer que los tibetanos –al igual que otras minorías étnicas no chinas-, puedan tener motivos de queja legítimos en sus propios términos, independiente de la geopolítica de China versus Occidente.

Algunos intelectuales y escritores liberales en China comparten este punto "ciego", en el que ellos también niegan la existencia autónoma de temas étnicos y derechos para las minorías. Ellos arguyen que el problema tibetano es el producto de la tontería ideológica de los comunistas chinos al copiar la teoría y políticas de Lenin y Joseph Stalin sobre la nacionalidad. Al reconocer la realidad de la diferencia étnica y al prometer un grado de libre determinación y autonomía a las diversas "nacionalidades" , los comunistas chinos crearon problemas imposibles en el manejo y control políticos para ellos mismos (ver Li Datong, "El Tíbet de China: un tema sin respuesta", 16 de abril de 2009).

El defecto en este punto de vista es que al cargar la responsabilidad de los problemas étnicos exclusivamente a los chinos comunistas, no se puede entender las identidades étnicas (excepto aquellas de los chinos Han) en términos de las verdaderas diferencias sociales, culturales y territoriales. La implicancia es que un cambio de política bajo un gobierno central de otro tipo resolvería el "problema" tibetano y cualquier otro.

Pero la experiencia de anteriores regímenes chinos sugiere que aquí existe un gran elemento de evasión, Sun-Yat-Sen, "el padre fundador" de la República de China, creía que la integración debía alcanzarse al "asimilar todos los distintos pueblos en China en una sola nación". Él recomendó "imitar a los Estados Unidos", de manera que "chinos, manchúes, mongoles y tibetanos sean asimilados en una nación china y formen un estado-nación" . Su sucesor Chiang Kai-shek ni siquiera reconoció la existencia de nacionalidades distintas y dijo que todos los diversos pueblos dentro de China eran del mismo grupo.
El evitar la realidad de esta diferencia, la legitimidad de las identidades étnicas, y la existencia de las quejas y aspiraciones colectivas, tiene así raíces más profundas en la historia china. Muchas personas dentro y fuera de China de aparente diferencia, de izquierda o liberales, posturas políticas, han llegado a compartir esto. Esto le otorga a la agenda definida por las autoridades chinas en Tíbet y otras regiones de minorías no chinas, un avance libre.

Un vacío chino
Los líderes chinos en cuatro décadas –desde Deng Xiaoping y Jiang Zemin hasta Hu Jintao y Wen Jiabao-, todos han expresado en algún momento ideas muy similares sobre los problemas étnicos, lo que refleja una mentalidad que podría llamarse `reducción económica y política'. La idea de que el desarrollo económico en las regiones minoritarias, respaldado por un estado poderoso dedicado a una agenda de asimilación, sería suficiente para disolver los problemas no ha resultado en Tíbet y ningún otro lugar.

El contraste entre las fallas de comprensión de las autoridades chinas aquí y la mentalidad de los tibetanos en Dharamsala destaca los límites del enfoque de Beijing. Hu Jintao puede haber dicho al 17º congreso del Partido Comunista Chino en octubre de 2007 que China necesitaba aumentar su poder blando, pero esto no se extiende al tema tibetano. La designación de los acontecimientos de 1959 en marzo 28 de 2009 como "Día de la Emancipación de la Servitud" recicló la visión de la sociedad tibetana antes de 1949 como atrapada en la esclavitud teocrática, varias "etapas" atrás en la sociedad china misma en la jerarquía de Marx en cuanto al desarrollo social. Pero el abandono de la ideología marxista por parte del partido chino en mando sólo enfatiza su vacío intelectual, la carencia de un sistema de creencia persuasivo que puede competir con el prometido por el Dalai Lama y el gobierno tibetano en exilio.

De nuevo, el sorprendente desequilibrio de poder no resulta cómodo para la autoridad china que ve al Dalai Lama como la fuente del problema. Pues, son los tibetanos en Dharamsala quienes completaron la reforma democrática de su modelo de gobierno, incluyendo una separación de poderes. Esto ha alcanzado incluso un efecto mayor; el vocero del gobierno tibetano en exilio, Penpa Tsering, me dijo que Bután ha aprendido de la constitución tibetana en su propio experimento democrático. China ha apostado el futuro del tema de Tíbet fuertemente en la sucesión del Dalai Lama, pero el mismo Dalai Lama ha puesto el tema de la sucesión en un marco más impersonal y democrático. "El tema de Tíbet no se relaciona con el futuro del Dalai Lama", dice él. En un marco democrático comparativo y global, ¿quién se encuentra delante del otro?

La estrella que cambia Dharamsala tiene cierta afinidad con un lugar chino que de igual forma se volvió un sitio de atracción cultural, ideales políticos e inspiración personal – y entrenamiento de grupos para prepararlos para el momento de la transformació n. Éste es el Yanan de la era de la guerra sino-japonesa (1931-45). La visita de Edgar Snow en 1936, registrada en La Estrella Roja sobre China, inspiró el peregrinaje de muchos jóvenes idealistas chinos al santuario de los comunistas chinos en las cuevas de Yanan.

Los cincuenta años de mando comunista en Tíbet han visto miles de jóvenes tibetanos que escapan hacia Dharamsala, en muchos casos encontrando el santuario también del progreso personal; Dharamsala ha permitido a personas de las áreas tibetanas pobres, rurales, de escasa educación y pocas perspectivas de carrera en China, llegar a ser profesionales (editores, eruditos, funcionarios de gobierno) cuyos horizontes se extienden por el mundo.

Hoy, Dharamsala, al igual que Yanan en los años 1930-40, enfrenta su propio "problema" de un gobierno chino poderoso e inflexible. Ha acumulado muchos bienes en este camino de cincuenta años (incluyendo el crédito resultante de los equivalentes a Edgar Snow, que contribuyó inmensamente a su poder blando). Tal vez, lo más importante es la experiencia de las generaciones de tibetanos que han ayudado a crear y renovar la identidad e instituciones políticas tibetanas. Ellos serán parte del futuro de Tíbet. El reconocimiento de esto por parte de China, como diría Lee Kwan Yew, es sólo cosa de tiempo.

Nota: Temtsel Hao es un periodista del Servicio Mundial de BBC en Londres. Además de sus informes, columnas escritas y blog sobre China y asuntos internacionales, Temtsel también escribe sobre temas de minorías étnicas en China y la libertad de prensa.
Postado por Rogel Samuel via e-mail

domingo, 26 de abril de 2009

Lama Thubten Yeshe

Lama Thubten Yeshe (... / 1984)

Lama Zopa Rinpoche

Lama Thubten Yeshe nasceu no Tibet e foi educado na grande Universidade Monástica de Sera em Lhasa. Em 1959 ele fugiu e, por fim, iniciou o Monastério Kopan no Nepal com seu principal discípulo Lama Zopa Rinpoche onde ensinaram o budismo para os ocidentais. Fundou a FPMT (Fundação para a Preservação da Tradição Mahayana) http://www.fpmt.org/ em 1975 e viajou pelo mundo afora difundindo o dharma. Ele ajudou profundamente centenas de alunos e faleceu em 1984.

“Podemos corrigir nossa atitude! Podemos corrigir nossas ações! Não pensem que ‘minhas atitudes, minhas ações são meu carma anterior e eu não posso fazer nada’. Esta é uma compreensão errada do carma. Não pensem ‘Eu sou impotente’. Nós temos poder, seres humanos! Nós temos o poder de mudar nosso modo de vida, mudar nossas atitudes, mudar nossos hábitos! Esta é a capacidade que chamamos de potencial búdico ou poder de Deus, ou seja, lá como vocês chamem. É por isso que o budismo é simples, muito simples. É um ensinamento universal. É compreensível para qualquer pessoa religiosa ou não religiosa. Esta é a beleza do ser humano! Ele tem instrumentos poderosos! Para qualquer tipo de coisa nós temos a habilidade e o poder de transformar tudo em alguma outra coisa. É por isso que o budismo tibetano tem tantos métodos para transformar o apego em um caminho para a liberação, para transformar o desejo em um caminho para a liberação. Enfatizamos muito o método! Do ponto de vista do budismo não há nenhum problema humano que não possa ser interrompido pelo próprio ser humano e ele, pessoalmente, ter a compreensão e tomar coragem de que pode lidar e interromper todo o ‘meu problema’. Acho que esta atitude é essencial para o crescimento de alguém. Acredito de verdade que todos nós, mesmo não sendo grandes meditadores ou nem mesmo bons espiritualmente, se tivermos alguma compreensão e força de vontade, podemos parar o problema. Na maioria das vezes falhamos na compreensão da nossa própria capacidade. Nos colocamos para baixo. É por isso que o budismo tibetano, muitas vezes, vê o Buda em vocês, vocês são o próprio Buda. Tenho certeza que vocês já ouviram isso.”

quinta-feira, 25 de dezembro de 2008

A Árvore de Jóia do Tibet: o Motor da Iluminação do Budismo Tibetano

Autor : Robert Thurman - Tradução Ana Carmen Castelo Branco Publicado em: novembro 18, 2007

Poucos professores do ocidente possuem tanto treinamento espiritual quanto o erudito para nos guiar pelo caminho da iluminação. Robert Thurman é um destes professores. Agora, em seu primeiro curso experimental sobre as essências do budismo tibetano, adaptado e divulgado de um retiro popular que ele dirigiu, Thurman - o primeiro ocidental ordenado pelo próprio S. S., o Dalai Lama - compartilha a sabedoria centenária de um método altamente valioso usado pelos grandes mestres tibetanos. Valendo-se de um texto reverenciado e já tido como secreto de um mestre tibetano do século dezessete, junto com uma total explicação para ocidentais contemporâneos, A Árvore da Jóia do Tibet mergulha-nos completamente nos mistérios da sabedoria espiritual tibetana. Um retiro em forma de livro assim como um ensinamento espiritual e filosófico, oferece um sistema prático de compreensão de nós mesmos no mundo, de como desenvolver nosso processo de aprendizado e pensamento e de como ganhar um discernimento e percepção profundos e transformadores. Os tibetanos pensam em sua querida tradição budista como uma "árvore que preenche desejos" por seu poder de gerar felicidade e iluminação dentro de todos que absorvem seus ensinamentos. A felicidade, de fato, é a real meta da espiritualidade budista e a árvore de jóia que preenche desejos os colocará no caminho para o alcance desta meta. Esta linda imagem da árvore de jóia que atua como uma mandala ou uma postura de yoga para focar sua atenção em verdades maiores que você mesmo, o ajudará a sobrepujar idéias e hábitos antigos, fortalecer habilidades positivas, desenvolver mais energia e criatividade e mudar sua vida - no futuro - para melhor. Como Thurman escreve, "Os leitores aprendem a cultivar a sensibilidade e apreço para amar mais integralmente, sentir compaixão mais intensamente e se tornar uma fonte de alegria para todos que encontram e conhecem." Porque o caminho para a iluminação requer mais do que se sentar em meditação, A Árvore de Jóia do Tibet oferece uma trilha rica, intelectualmente cravejada de práticas espirituais específicas incluindo: os onze passos para criar o espírito da iluminação aqui e agora; as verdades e estórias dos sábios hindus e tibetanos; e meditações guiadas para vivenciar as bênçãos da árvore de jóia que preenche desejos. Vocês podem fazer estas práticas com os outros ou sozinhos durante a sua vida diária. E, enquanto viajam por esta estrada para aprofundar a auto-realização, auto-entendimento e contagiante alegria, também aprenderão como os princípios do tantra tibetano pode abrir as portas para a "compaixão e continuidade infinitas" e como descobrir estados de consiciência que transcendem ate a morte.Um dos mais explícitos ensinamentos dos passos para o caminho da iluminação disponíveis, explicados por um hábil professor ocidental, A Árvore de Jóia do Tibet os tornará aptos a honrar a completa sutileza e as profundezas escondidas do caminho do budismo tibetano e realizar, enfim, seus mais profundos mistérios e procuras - para vocês e para os outros.

Curiosidade: O Professor Robert Thurman é pai da atriz Uma Thurman
http://en.wikipedia.org/wiki/Robert_Thurman