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domingo, 26 de abril de 2009

Lama Thubten Yeshe

Lama Thubten Yeshe (... / 1984)

Lama Zopa Rinpoche

Lama Thubten Yeshe nasceu no Tibet e foi educado na grande Universidade Monástica de Sera em Lhasa. Em 1959 ele fugiu e, por fim, iniciou o Monastério Kopan no Nepal com seu principal discípulo Lama Zopa Rinpoche onde ensinaram o budismo para os ocidentais. Fundou a FPMT (Fundação para a Preservação da Tradição Mahayana) http://www.fpmt.org/ em 1975 e viajou pelo mundo afora difundindo o dharma. Ele ajudou profundamente centenas de alunos e faleceu em 1984.

“Podemos corrigir nossa atitude! Podemos corrigir nossas ações! Não pensem que ‘minhas atitudes, minhas ações são meu carma anterior e eu não posso fazer nada’. Esta é uma compreensão errada do carma. Não pensem ‘Eu sou impotente’. Nós temos poder, seres humanos! Nós temos o poder de mudar nosso modo de vida, mudar nossas atitudes, mudar nossos hábitos! Esta é a capacidade que chamamos de potencial búdico ou poder de Deus, ou seja, lá como vocês chamem. É por isso que o budismo é simples, muito simples. É um ensinamento universal. É compreensível para qualquer pessoa religiosa ou não religiosa. Esta é a beleza do ser humano! Ele tem instrumentos poderosos! Para qualquer tipo de coisa nós temos a habilidade e o poder de transformar tudo em alguma outra coisa. É por isso que o budismo tibetano tem tantos métodos para transformar o apego em um caminho para a liberação, para transformar o desejo em um caminho para a liberação. Enfatizamos muito o método! Do ponto de vista do budismo não há nenhum problema humano que não possa ser interrompido pelo próprio ser humano e ele, pessoalmente, ter a compreensão e tomar coragem de que pode lidar e interromper todo o ‘meu problema’. Acho que esta atitude é essencial para o crescimento de alguém. Acredito de verdade que todos nós, mesmo não sendo grandes meditadores ou nem mesmo bons espiritualmente, se tivermos alguma compreensão e força de vontade, podemos parar o problema. Na maioria das vezes falhamos na compreensão da nossa própria capacidade. Nos colocamos para baixo. É por isso que o budismo tibetano, muitas vezes, vê o Buda em vocês, vocês são o próprio Buda. Tenho certeza que vocês já ouviram isso.”

quarta-feira, 17 de dezembro de 2008

Mensagem antiga.


Esta é uma mensagem antiga e até muito manjada. Já vi em blogs cheios de musiquinhas, estrelinhas, bem piegas mesmo. Já vi, piegas também, em pps. Mas a mensagem, ah, essa ainda está valendo.


"Mary ficou feliz porque ganhou um joguinho de chá todo azulzinho com bolinhas amarelas.
No dia seguinte, Jane veio bem cedo convidá-la para brincar, mas ela não podia, pois iria sair com sua mãe naquela manhã. Jane, então, pediu que lhe emprestasse o conjuntinho de chá para se distrair na garagem do prédio. Mary não queria entregar, mas, com a insistência da amiga, resolveu ceder, fazendo questão de demonstrar todo seu ciúme por aquele presente tão especial. Ao regressar do passeio, Mary ficou chocada ao ver o brinquedo jogado no chão. Faltavam algumas xícaras e a bandejinha estava quebrada. Chorando e muito nervosa, ela desabafou:

- Tá vendo o que a Jane fez comigo, mamãe? Estragou tudo e ainda deixou jogado no chão!Totalmente descontrolada Mary queria ir ao apartamento da amiguinha pedir explicações, mas a mãe, com muita sabedoria, ponderou:

- Filhinha, lembra daquele dia quando saiu com seu vestido branquinho e um carro jogou lama na sua roupa? Ao chegar em casa, você queria lavar imediatamente aquela sujeira, mas a vovó não deixou. Você se recorda do que ela falou? Disse para deixar o barro secar primeiro que depois ficava mais fácil limpar. Pois é, minha filha, com a raiva é a mesma coisa. Deixe-a secar que fica bem mais fácil resolver tudo.

Mary não entendeu muito bem, mas resolver seguir o conselho da mãe e foi para a sala ver televisão. Logo depois, Jane tocou a campainha, toda sem graça, com um embrulho na mão. Sem que houvesse tempo para qualquer pergunta ela foi falando:

- Mary, sabe aquele menino mau da outra rua que fica correndo atrás da gente? Ele veio querendo brincar comigo e eu não deixei. Aí ele ficou bravo e estragou o brinquedo que você me havia emprestado. Quando eu contei para a mamãe, ela ficou preocupada e foi correndo comprar outro igualzinho pra você. Espero que não fique chateada porque não foi minha culpa!

- Não tem problema, minha raiva já secou, disse Mary.

Dando um forte abraço na amiga, levou-a ao quarto para contar a história do vestido novo que havia sujado de barro.

Portanto, nunca tome uma atitude com raiva. O ódio nos cega e impede que vejamos as coisas como elas realmente são. Assim você evitará cometer injustiças e ganhará o respeito dos outros pela posição ponderada diante de uma decisão difícil. Lembre-se sempre: Deixe primeiro a raiva passar".