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sexta-feira, 15 de outubro de 2010

Filhos


Onde estava seu filho ou sua filha antes de você engravidar? Quem era ele ou ela? Que sentimento você nutria por ele ou ela? Por que exatamente ele ou ela foi escolhido para ser seu filho ou sua filha?

Pois bem. Você estava ali, cuidando de sua própria vida quando alguém bateu à sua porta e perguntou:
- Pode me dar um copo d'água?
Você, apiedada, trouxe-lhe um copo dágua. Ele, sem ao menos agradecer, disse que estava com fome e perguntou se você podia alimentá-lo. Sabe-se lá o que deu na sua cabeça e você lhe deu alimento. Então, sem ao menos agradecer, disse que estava muito cansado, com muito sono e perguntou se podia dormir um pouco na sua cama. Sabe-se lá o que deu na sua cabeça e você, não só deixou que este estranho entrasse em sua casa, como lhe deu cama como também travesseiro e coberta. E este alguém foi ficando por lá, na sua casa e não foi mais embora. Por fim, já abria a geladeira, tirava e comia o que queria, passeava por todos os cômodos da casa, usava o seu computador, seu celular, ligava a sua televisão, usava as suas coisas, pessoais, deitava no seu sofá, já tinha a chave da sua casa e agora, entra e sai à hora que bem entende e faz o que dá na cabeça dele. Mas você nutre por ele um amor imenso, mesmo que ele não esteja nem aí prá você, que lhe dê respostas bruscas, não lhe agradeça por nada que você tenha feito e nem te dê satisfação da vida dele. Um dia ele se casa e vai embora...

Este é o seu filho ou a sua filha. E esta é uma estória contada por Jigme Rinpoche por ocasião do Dzogchen em janeiro de 2009.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

Loucura de amor

Amor e loucura será redundância! Será que as loucuras de amor só são feitas nas relações entre um homem e uma mulher? Pode ser! Mas e as loucuras que as mulheres fazem ao se apaixonar pelos homens e depois ter filhos? Essa é a suprema loucura de amor! Além de amar apaixonadamente o seu homem, marido ou companheiro, se apaixona pelos filhos. Algum dia, o amor por seu companheiro pode se acabar. Isso é comum. Mas pelos filhos, sejam eles crianças ou adultos, o amor-loucura nunca se extinguirá e perdê-los será como que ficar faltando um pedaço. Minha maior loucura de amor? Marido e filhos!

domingo, 10 de maio de 2009

Dia de quê?

Particularmente, acho isso uma bobagem. Dia das Mães é todo dia ou será que somos mães só um dia por ano?

Tá. Comemorar! Comemorar o quê? Somos mães 365 dias por ano e 24 horas por dia. Aí chega nesse domingo de maio, acho que o segundo, os filhos resolvem que têm que agradar a mãe. Saem, compram presente, trazem flores, bombons, os que estão longe gastam alguns minutinhos a mais no telefone e dizem palavras doces.

Não! As mães devem ser respeitadas e tratadas assim integralmente, o tempo todo!

Sem querer parecer piegas e chantagista emocional, mas já sendo, de uma forma ou de outra, carregamos cada um dos nossos filhos na barriga por nove meses, amamentamos e, mesmo com os seios doloridos, nos alimentamos melhor para gerar mais leite, damos comidinha na boca, trocamos fraldas, passamos noites em claros, blá, blá, blá...

Nós falamos isso toda hora sim! Porque só quem é mãe sabe o tanto que isso é difícil e, ao mesmo tempo, instintivo! A gente faz porque faz e pronto! Nós, mães fazemos coisas que muito macho não faz. Fácil. Eles só colocam a sementinha!

Cheguei a uma conclusão: de duas, uma! Ou nós somos fantásticas, sensacionais, maravilhosas ou muito, mas muito malucas!

No entanto, vejo na minha lista de e-mails que tenho pouquíssimas amigas mães! Acho que está acontecendo alguma coisa. Será que as mulheres estão deixando de, pelo menos, ser malucas?

Para as que são mães, parabéns! Nós somos foda!!!