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sábado, 11 de abril de 2009

Além da Mente, Além do Cérebro - Yongey Mingyur Rinpoche


Quando a mente é percebida, isso é o Buda?

The Wisdom of the Passing Moment Sutra (Sutra da Sabedoria do Momento Presente)
traduzido para o inglês por Elizabeth M. Callahan

Você não é a pessoa limitada e ansiosa que pensa ser. Qualquer professor budista treinado pode dizer com toda a convicção da experiência pessoal que, na verdade, você é o centro da compaixão, completamente consciente e plenamente capaz de atingir o bem maior, não apenas para si mesmo, mas para todos e tudo o que possa imaginar.

O problema é que você não reconhece essa capacidade em si mesmo. Em termos estritamente científicos passei a compreender pelas conversas com especialistas da Europa e da América do Norte, que a maioria das pessoas acredita que a imagem de si mesmas formada pelo hábito e neuronalmente construída representa quem e o que elas são. E essa imagem é quase sempre expressa em termos dualistas: o eu e o outro, dor e prazer, ter e não ter, atração e repulsa. Como me foi explicado, esses são os termos mais básicos da sobrevivência.

Infelizmente, quando a mente é submetida ao filtro dessa perspectiva dualista, cada experiência, mesmo em momentos de alegria e felicidade, é restrita por algum senso de limitação. Há sempre um mas espreitando ao fundo. Um tipo de mas é o mas da diferença. "Ah, minha festa de aniversário estava maravilhosa, mas eu preferiria um bolo de chocolate a um de coco." Há também o mas do "melhor": "Adoro a minha nova casa, mas a casa do meu amigo é maior e mais bem iluminada". E, finalmente há o mas do medo: "Não suporto mais o meu trabalho, mas na situação atual do mercado, como encontraria um novo emprego?"

A experiência pessoal me ensinou que é possível superar qualquer senso de limitação pessoal. Caso contrário, eu provavelmente ainda estaria sentado em meu quarto no retiro, sentindo-me amedrontado e inadequado demais para participar das atividades em grupo. Como um menino de 13 anos eu só sabia como superar meu medo e insegurança. Por meio da orientação paciente de especialistas na área da psicologia e neurociência, como Francisco Varela, Richard Davidson, Don Goleman e Tara Bennett-Goleman, comecei a reconhecer por que, de um ponto de vista objetivamente cientifico, as práticas de fato funcionam: que os sentimento de limitação, ansiedade, medo e assim por diante são somente parte de uma fofoca neuronal. Eles são, em essência, hábitos. E hábitos podem ser mudados.

Retirado do livro: "A Alegria de viver" de Yongey Mingyur Rinpoche

2 comentários:

Lídia Meireles disse...

Gostava de questionar Mingyur Rimpoche,só num pequeno..."grande permenor":-Quando uma criança,é vítima de maus tratos,é apenas a mente dela a trabalhar?
Quando um ser humano,é assassinado por outro,isto é apenas a limitação da mente dele?
Com tantos horrores que assolam o mundo...é só limitação das nossas mentes???
Por sequência lógica,deduzo que todos estes aspectos aqui apresentados por mim são...apenas limitação da minha mente!!!

黃立行Stanley disse...

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