Temos de admitir impermanência nas nossas vidas. É importante conviver com a impermanência como um quadro de referência de modo que possamos nos aproximar a cada momento ou a cada dia, com um senso de humildade a respeito do que somos capazes de fazer e o que não somos capazes de fazer e abandonar o controle sobre as coisas que não podemos ter controle mais. É importante viver como se as coisas fossem tão permanentes como pedra.
Você tem de investir-se em amor e preocupação para as pessoas, aceitar o amor das pessoas, como se essa é a única coisa que existe. O compromisso com a vida como se tudo está sempre lá para sempre com a aceitação de que nada vai sobreviver.
Agradáveis e afáveis, os 9 amam a paz, nunca confrontos. São normalmente pessoas calorosas, tolerantes, acomodadas e não competitivas. Controlam os relacionamentos pela força do silêncio. Recusam-se a discutir, preferem afastar-se. Preferem uma vida calma, estruturada, previsível e confortável. Chegam a "adotar" os desejos de outras pessoas porque, em assuntos pessoais, acham difícil saber o que pensam ou sentem. Explodem tão tardiamente que esquecem a razão que os levou a ter raiva. Seu lema - para si e para os outros - poderia ser: "não perturbe a ordem e a harmonia".
O 9 não quer nem o brilho do 3 nem a perfeição do 1, sua sensação de valor e de existência é um viver através dos outros, da família, da nação, do time, do partido etc.
Pelo seu equilíbrio tendem a ser conservadores, tradicionais. Consideram-se pessoas distraídas, confusas e com memória fraca, mas, sua busca de distração da atenção é deliberada: televisão, jornais, costura..., além do sono, podem servir como "narcóticos". Podem se tornar inativos devido à excessiva resignação e acabar ficando "dependentes" dos outros (emocional e economicamente) muito cedo na vida. São muito solidários.
Distraem-se facilmente, mesmo estando sozinhos, e costumam deixar até as mais altas prioridades por último. Ou cumprem os prazos no último minuto, quando lembrados, ou simplesmente, esquecem coisas essenciais. Pode parecer displicência, mas raramente é intencional, atividades secundárias, novos interesses, qualquer coisa pode distraí-los. Os 9 podem também tornarem-se obsessivos com relação a detalhes, absorvidos em aspectos que parecem secundários, chegando a envolver-se em planos que nunca se concretizam.
Imagine que você passou a vida inteira sem tomar banho e um dia resolve tomar uma ducha. Você começa a se esfregar mas fica horrorizado quando toda aquela sujeira sai dos poros da sua pele e escorre pelo seu corpo. Tem alguma coisa errada! Era para você ficar limpo, mas tudo que você vê é sujeira! Então, você se assusta, pula prá fora do chuveiro e se convence que nunca deveria nem ter começado! Mas você só fica mais sujo do que antes. Não tem jeito de você saber que a única coisa sábia a fazer é ser paciente e terminar o banho. Pode até parecer que você está ficando mais sujo, mas, se você continuar a se lavar, você sairá limpo e fresco. Isso faz parte de todo um processo, o processo de purificação.
Sempre que surgirem dúvidas, veja-as simplesmente como obstáculos e reconheça-as como um entendimento de que elas estão alí para serem esclarecidas e desbloqueadas. Sabemos que não é um problema fundamental, mas apenas uma etapa do processo de purificação e aprendizagem. Permita que o processo continue e se complete e nunca perca a sua confiança em resolver. Este é o caminho seguido por todos os grandes praticantes do passado que costumavam dizer: "Não há armadura como a da perseverança".
"É difícil falar do suicídio. Há muitas razões para uma pessoa se suicidar. Há os que são invadidos pela inquietude ou pela angústia; os que estão desesperados; os que se matam por orgulho, por causa do que os outros lhes fizeram ou não fizeram; os que estão convencidos que jamais chegarão a algum lado; os que, sujeitos a um desejo violento, se matam por cólera quando esse desejo não é satisfeito; os que se deixam levar pela tristeza, e tantos outros casos. De um modo geral, a pessoa que se mata suprime toda e qualquer solução futura para o seu problema. Mesmo que até ao momento só tenha encontrado dificuldades, nada prova que um dia não encontre maneira de as resolver.
Outra coisa: a maior parte dos suicídios são cometidos num momento extremo de emoção. Um ser humano não deve tomar decisões tão radicais sob um impulso de cólera, de desejo ou de angústia.
Se agirmos de maneira impulsiva corremos um grande risco de nos enganarmos. Uma vez que temos a capacidade de reflectir, mais vale esperar até estarmos calmos e sossegados antes de cometermos algo irreparável.
O meu tutor Thrijang Rinpoché contou-me a história de um homem da província do Kham extremamente infeliz que tinha decidido atirar-se ao rio Tsangpo, em Lhasa. De garrafa de álcool em punho, a sua ideia era bebê-la antes de saltar. Ao princípio, estava completamente dominado pelas emoções. Uma vez à beira-rio, sentou-se ma margem por um momento. Como não se decidisse a saltar, começou a beber. E como isso não lhe desse suficiente coragem, bebeu um pouco mais. Finalmente voltou para casa, com a garrafa vazia debaixo do braço.
Como vêem, debaixo de uma forte emoção, o nosso homem estava completamente decidido a suicidar-se. Mas, uma vez acalmado - uma garrafa depois -, voltou para casa!"
Duas pessoas estão vivendo dentro de nós durante todas as nossas vidas. Uma é o ego tagarela, exigente, histérico e calculista. A outra é o nosso ser espiritual oculto, cuja voz mansa de sabedoria só raramente ouvimos e atendemos. Na medida em que escutamos cada vez mais ensinamentos, contemplamos e os integramos às nossas vidas, nossa voz interior, nossa sabedoria inata do discernimento, aquilo que chamamos no budismo de "consciência discriminativa" é despertada e fortalecida. Então, começamos a distinguir a orientação dela em meio às diversas vozes clamorosas e apaixonantes do ego. A lembrança de sua verdadeira natureza com todo o seu esplendor e confiança começa a retornar para nós. Vamos ver que, na verdade, descobrimos em nós mesmos nosso próprio guia sábio e como a voz desse guia, também chamado de consciência discriminativa, fica cada vez mais forte e mais clara. Assim, começamos a distinguir entre sua verdade e os vários enganos do ego e então seremos capazes de ouvir com discernimento e confiança.
"Quando seguimos a trilha da realização plena, somos preenchidos com energia vital. Dessa forma, as tarefas se tornam prazerosas e não uma obrigação ou um desafio ameaçador. Além de nos vitalizar, (...) nos mostram que nossas ocupações e compromissos tem um propósito maior. É como a estória dos homens que carregavam pedras até o topo de uma montanha. Aquele que não vislumbrava o objetivo do trabalho, penava. Já o que entendia estar construindo uma catedral, um templo, sorria enquanto executava o serviço. Da mesma maneira, você pode reclamar por ter que cozinhar e depois lavar os pratos ou se alegrar por estar alimentando sua família.
Alguns indivíduos enxergam com mais clareza o que estão fazendo nesta existência. Carregam a influência de um mestre, a sabedoria do seu povo, os ensinamentos do seu avô ou foram marcadas na infância pelo personagem de um livro ou de um filme que determinou escolhas. Muitas outras influências atuam de forma inconsciente em nossa vida. A verdade é que, em situações de tranquilidade e diversão, somos afetados pela dimensão transcendente ao passo que, ao nos mantermos racionais, queremos decifrar as coisas, não conseguindo entrar em contato com o sagrado.
Por meio da criatividade, podemos encontrar ferramentas para ativar nossa dimensão simbólica e explorar nossas potencialidades da nossa própria estória. Vale praticar yoga, meditação, dançar, pintar, compor músicas, enfim, fazer o que se ama. Um bom pacto consigo mesmo é reservar dois minutos pela manhã diante do espelho e se perguntar; 'Quem é essa pessoa? O que devo fazer hoje? De onde as coisas estão vindo?' Ou, então, faça uma xícara de chá e diga: 'Esse é o meu momento.' Tente criar espaços no cotidiano para entrar em contato silencioso com você mesmo. Quanto mais recorrente for essa prática, mais fácil será manter a conexão com a alma."
"Certamente, a maneira mais utilizada para se explicar o karma é a analogia de que estamos colhendo os frutos das ações que cultivamos anteriormente; do mesmo modo, nosso futuro terá as conseqüências do que estamos fazendo agora.
Tudo o que é colocado em movimento produz um movimento correspondente. Se você joga uma pedra numa lagoa, formam-se ondulações ou anéis que correm para fora, batem na margem e voltam. O mesmo se passa com o movimento dos pensamentos: ondulações correm para fora, ondulações retornam. Quando os resultados desses pensamentos chegam de volta, sentimo-nos vítimas indefesas: estávamos inocentemente vivendo nossa vida; por que todas essas coisas estão acontecendo conosco? O que acontece é que os anéis estão voltando para o centro. (...)
Isto é o karma e, devido a ele, nossa experiência da realidade continua a girar em ciclos, com todas as suas variações, vida após vida. Assim é o interminável samsara, a existência cíclica. Não compreendemos que estamos vivendo resultados que nós mesmos criamos, e que nossas reações produzem ainda mais causas, mais resultados; incessantemente. (...)
O karma pode ser comparado a uma semente que, em condições adequadas, dará lugar a uma planta. Se você colocar na terra uma semente de cevada, pode ter certeza de que obterá um broto de cevada. A semente não vai produzir arroz.
A mente é como um campo fértil; coisas de todos os tipos podem crescer nele. Quando plantamos uma semente; um ato, uma palavra ou um pensamento, num dado momento, será produzido um fruto que irá amadurecer e cair por terra, perpetuando e incrementando sementes de causalidade potentes em nosso corpo, fala e mente. Quando se juntarem às condições adequadas para o amadurecimento do nosso karma, teremos que lidar com as conseqüências das coisas que plantamos"
Texto do livro "Portões da Prática Budista" de Chagdud Tulku Rinpoche
Pessoas que meditam regularmente têm uma sensação menos desagradável da dor porque seus cérebros antecipam menos a dor, o que diminui seu impacto emocional.
Depois de avaliar voluntários com vários graus de experiência com a meditação, de praticantes iniciantes até mestres com décadas de meditação, cientistas da Universidade de Manchester, na Inglaterra, descobriram que os meditadores mais avançados alcançam um nível suficiente para sofrer menos com a dor.
"Os resultados do estudo confirmam nossa suspeita de que a meditação pode afetar o cérebro. A meditação treina o cérebro para ter mais foco no presente e, com isso, gasta menos tempo antecipando futuros eventos negativos. Pode ser por isso que a meditação é eficaz em reduzir a recorrência da depressão, que torna a dor crônica consideravelmente pior," explica o Dr. Brown.
Meditação vista pela ciência
"A meditação está se tornando cada vez mais popular como uma forma de tratar doenças crônicas, tais como a dor causada pela artrite," diz o Dr. Christopher Brown, que conduziu a pesquisa.
"Recentemente, uma instituição de caridade de saúde mental pediu que a meditação torne-se disponível rotineiramente [no sistema de saúde] para tratar a depressão, que ocorre em até 50% das pessoas com dor crônica. Entretanto, os cientistas só agora começam a analisar a forma como a meditação pode reduzir o impacto emocional da dor," conta ele.
O estudo, que será publicado na revista médica Pain, descobriu que determinadas áreas do cérebro ficam menos ativas quando os meditadores antecipam a dor que, durante o experimento, era induzida por um pequeno laser.
Aqueles com mais experiência de meditação - até 35 anos de prática - apresentaram a menor expectativa da dor, o que levou que relatassem uma menor intensidade dessa dor.
Como a meditação modifica o cérebro
O estudo também revelou que pessoas que meditam apresentam uma atividade incomum no córtex pré-frontal durante a antecipação da dor, uma região do cérebro conhecida por estar envolvida no controle da atenção e com os processos de pensamento quando a pessoa se depara com ameaças potenciais.
Os resultados deverão incentivar novas pesquisas sobre como o cérebro é modificado pela prática da meditação.
"Embora tenhamos descoberto que os meditadores antecipam menos a dor e acham a dor menos desagradável, não está claro como exatamente o tempo de meditação muda as funções cerebrais para produzir esses efeitos," conclui o pesquisador.
“Estamos tão acostumados a olhar para fora de nós que perdemos o acesso ao nosso ser interior quase completamente. Ficamos apavorados de olhar para dentro porque nossa cultura não nos deu a menor ideia do que encontraremos. Pensamos até pensar que se o fizermos, correremos o risco de ficar loucos. Esta é uma das últimas e mais efetivas táticas do ego para nos impedir de descobrirmos nossa verdadeira natureza. Assim, levamos nossas vidas tão agitadas que eliminamos o menor risco de olhar dentro de nós mesmos. Até mesmo a idéia de meditar pode assustar as pessoas. Quando elas ouvem as palavras sem-ego ou vacuidade, elas pensam que experimentar tais estados seria como ser ejetadas de uma espaçonave para flutuar na escuridão destituídos do frio para sempre. Nada poderia estar mais distante da verdade. Mas, num mundo dedicado à distração, silêncio e quietude nos aterrorizam; nós nos protegemos deles com barulho e negócios frenéticos. Olhar para a natureza de nossas mentes seria a última coisa que nos atreveríamos a fazer.”
"A essência da generosidade é abrir mão, deixar acontecer. A dor é sempre um sinal de que estamos segurando alguma coisa - normalmente nós mesmos. Quando nos sentimos infelizes, inadequados, nos tornamos mesquinhos e rígidos. A generosidade afrouxa, abre e relaxa. Ao oferecermos qualquer coisa, um real, uma flor, uma palavra de encorajamento, estamos treinando em abrir, em deixar acontecer.”
"O grande problema não é a morte. A morte é o resultado natural do nascimento. O problema é o nascimento. Os maiores meditadores trabalham muito para evitar o seu nascimento seguinte, libertando-se do que irá dar-lhes escolhas reais! Devemos também ter mais cuidado ao cruzar animais, trazendo mais sofrimento ao mundo, incentivando o nascimento de animais apenas destinado para o nosso prazer ou consumo! Será que um dia haverá um mundo onde os animais não serão produzidos, onde as vacas, cavalos e outros animais domésticos viverão harmoniosamente conosco?"
"Praticar a meditação sem ter ouvido ensinamentos é ser como um homem sem braços que quer escalar uma parde rochosa. Ele cairá logo! O caminho budista requer que se ouça os ensinamentos de um lama realizado, remover todas as dúvidas e só então, praticar. Assim é o Caminho."
"Escolho meus amigos não pela pele ou outro arquétipo qualquer, mas pela pupila. Tem que ter brilho questionador e tonalidade inquietante.
A mim não interessam os bons de espírito nem os maus de hábitos.
Meus amigos são todos assim: metade bobeira, metade seriedade.
Não quero risos previsíveis nem choros piedosos. Quero ...amigos sérios, daqueles que fazem da realidade sua fonte de aprendizagem, mas lutam para que a fantasia não desapareça."
Você deve fazer o esforço por si mesmo.
O Tathagata (Buda) não pode fazer mais nada
Que seja mostrar o caminho.
Aqueles que se comprometeram à meditação
... Serão libertados das amarras de Mara.
Dharmapala 276
Imagine que você está tendo dificuldades com seus entes queridos como sua mãe, pai ou amigo. Como seria útil e revelador considerar a outra pessoa não em seu papel de mãe ou pai ou marido, mas simplesmente como outro “você”, outro ser humano com os mesmos sentimentos que você, o mesmo desejo por felicidade, o mesmo medo de sofrer. Pensar no outro como uma pessoa real, exatamente a mesma que você, abrirá seu coração para ele ou ela e lhe dar mais noção de como ajudar.
Imagine that you are having difficulties with a loved one, such as your mother or father, husband or wife, lover or friend. How helpful and revealing it can be to consider the other person not in his or her “role” of mother or father or husband, but simply as another “you,” another human being, with the same feelings as you, the same desire for happiness, the same fear of suffering. Thinking of the other one as a real person, exactly the same as you, will open your heart to him or her and give you more insight into how to help.
Imagine que usted está teniendo dificultades con un ser querido, como su madre o padre, esposo o esposa, amante o amigo. ¿Cuán útil y revelador se puede considerar la otra persona no ya en su "papel" de la madre o el padre o el marido, pero simplemente como otro "tú", a otro ser humano, con los mismos sentimientos que tú, el mismo deseo de la felicidad, el mismo miedo del sufrimiento. Pensando en el otro como una persona real, exactamente igual que usted, abrirá su corazón a él o ella y le dará una visión más clara de cómo ayudar.
Imaginez que vous rencontrez des difficultés avec un être cher, comme votre mère ou le père, mari ou femme, amant ou un ami. Comment révéler utile et il peut être de considérer l'autre personne n'est pas dans son «rôle» de la mère ou le père ou le mari, mais simplement comme une autre «vous», un autre être humain, avec les mêmes sentiments que vous, le même désir de le bonheur, la même peur de la souffrance. En pensant à l'autre comme une personne réelle, exactement la même chose que vous, vous ouvrez votre cœur à lui et de vous donner une meilleure idée de la façon d'aider.
Na meditação, as experiências negativas são as que mais nos enganam, pois tendemos a tomá-las como um mau sinal. Mas, na verdade, as experiências negativas na nossa prática são bênçãos desfarçadas. Tente não reagir a elas que é o que a gente normalmente faz, mas, em vez disso, reconheça-as pelo que elas são realmente, meras experiências ilusórias e oníricas.
A realização da verdadeira natureza da experiência nos libera do dano ou perigo da experiência em si e, como um resultado, uma experiência negativa pode se tornar uma fonte de grandes bênçãos e realizações. Há inúmeras estórias de como os mestres trabalharam assim com as experiências negativas e transformaram-nas em catalisadores para a realização.
In meditation, negative experiences are the most misleading, because we tend to take them as a bad sign. But in fact the negative experiences in our practice are blessings in disguise. Try to not react to them with aversion as you might normally do, but recognize them instead for what they truly are, merely experiences, illusory and dreamlike.
The realization of the true nature of the experience liberates you from the harm or danger of the experience itself, and as a result a negative experience can become a source of great blessing and accomplishment. There are innumerable stories of how masters worked like this with negative experiences and transformed them into catalysts for realization.
Dans la méditation, les expériences négatives sont les plus trompeuses, car nous avons tendance à les considérer comme un mauvais signe. Mais en fait, les expériences négatives dans notre pratique sont une bénédiction déguisée. Essayez de ne pas réagir à eux avec l'aversion que vous pouvez normalement faire, mais au lieu de les reconnaître pour ce qu'ils sont vraiment, seulement des expériences, illusoire et onirique.
La réalisation de la véritable nature de l'expérience que vous libère de le dommage ou le danger de l'expérience elle-même, et par conséquent une expérience négative peut devenir une source de grande bénédiction et d'accomplissement. Il existe d'innombrables récits de la façon dont maîtres travaillé comme ça avec les expériences négatives et les transformer en catalyseurs pour la réalisation.
Os mestres Dzogchen tem uma consciência precisa dos perigos de se confundir o absoluto com o relativo. Pessoas que não conseguem entender essa relação podem ignorar e até mesmo desdenhar os aspectos relativos da prática espiritual e a lei cármica de causa e efeito. No entanto, aqueles que verdadeiramente apreenderem o significado do Dzogchen terão apenas um profundo respeito pelo carma, bem como uma apreciação mais aguda e mais urgente da necessidade de purificação e da prática espiritual. Isto é porque eles vão compreender a vastidão do que neles que tem sido obscurecida, e assim procurar com mais fervor e com uma disciplina sempre fresca, natural, para remover o que se interpõe entre eles e sua verdadeira natureza.
The Dzogchen masters are acutely aware of the dangers of confusing the absolute with the relative. People who fail to understand this relationship can overlook and even disdain the relative aspects of spiritual practice and the karmic law of cause and effect. However, those who truly seize the meaning of Dzogchen will have only a deeper respect for karma, as well as a keener and more urgent appreciation of the need for purification and for spiritual practice. This is because they will understand the vastness of what it is in them that has been obscured, and so endeavor all the more fervently, and with an always fresh, natural discipline, to remove whatever stands between them and their true nature.
Uma das mais poderosas práticas espirituais é meditar profundamente sobre a mortalidade das formas físicas, inclusive da sua. Isso se chama: morrer antes que você morra. Vá fundo nisso. A sua forma física está se dissolvendo, é nada. Então surge um momento quando todas as formas mentais ou pensamentos também morrem. Mas, você ainda está lá - a presença divina que você é: radiante, completamente consciente. Nada que é real morre de verdade, somente os nomes, as formas e as ilusões. Nesse nível profundo, a compaixão se torna um remédio no sentido mais amplo. Nesse estado, a sua influência curativa se baseia não no fazer, mas no ser. Todas as pessoas com quem você mantiver contato serão tocadas pela sua presença e afetadas pela paz que você emana, quer elas estejam ou não conscientes disso. Quando estiver inteiramente presente e as pessoas à sua volta tiverem um comportamento inconsciente, você não vai sentir necessidade de reagir. A sua paz será tão grande e profunda que tudo que não for paz desaparecerá nela, como se nunca tivesse existido. Isso quebra o ciclo cármico de ação e reação. Os animais, as árvores, as flores vão sentir a sua paz e reagir a ela. Você ensinará através do ser, através da demonstração da paz de Deus. Você passará a ser a "luz do mundo", uma emanação da pura consciência, e assim eliminará a causa do sofrimento. Você eliminará a inconsciência do mundo.
“De um modo geral, pessoas comuns focam em objetos externos para alcançar a felicidade. Ocidentais, em particular, têm um senso de apego ao eu que é baseado em objetos e pessoas externas. É claro que há um nível de felicidade e benefícios temporários em nossas vidas ao nos relacionarmos com o externo. Quando falamos sobre pessoas espiritualizadas, elas parecem ser pessoas felizes. Claro que isso não significa que elas passem todo o tempo dando risadas e sorrindo - existem muitas dificuldades mesmo para aqueles que têm um caminho espiritual. No entanto, mesmo ao encontrarem problemas, é possível que sua felicidade interna permaneça intocada pelas situações externas. Acredito que esta seja a grande vantagem de se seguir e praticar um caminho espiritual.”
"Não se apresse em acreditar em nada, mesmo se estiver escrito nas escrituras sagradas. Não se apresse em acreditar em nada só porque um professor famoso disse. Não acredite em nada apenas porque a maioria concordou que é a verdade. Não acredite em mim. Você deveria testar qualquer coisa que as pessoas dizem através de sua própria experiência antes de aceitar ou rejeitar algo."
(Siddartha Gautama, o Buddha, Kalama Sutra 17:49)
Esse agregado ilusório que o apego considera ser eu.
Se você, caro visitante, tiver paciência de descer até o final da página, vai encontrar algumas novidades. Se quiser fazer um comentário clique no final de cada postagem. Se quiser me acompanhar, é só ir ao "Gostam do que foi escrito" e clicar no "Seguir". Sempre que recebo um comentário, posso até não responder, mas saibam que eu leio e fico feliz e devolvo esta felicidade para todos. Possa tudo ser benéfico!
Significado de Lodrön por Chogyun Trumgpa Rinpoche
"Quando os ensinamentos se tornam difíceis, não temos que desistir como se tivéssemos um bloqueio mental, entrar em pânico e abandonar tudo. Normalmente, se nos impulsionarmos com força suficiente, formos diligentes e gerarmos o orgulho de ser um erudito um dia, este estado em particular é chamado em tibetano de "lodrön". Significa intelecto. "Lo" quer dizer inteligência e "drön" é uma sensação, uma percepção de aquecimento, de calor, de não se acovardar. Quando nos sentimos cansados, nos impulsionamos até ao limite. Esse é o nível de "lodrön", é o intelecto onde usamos nossa mente do ponto de vista que deixa a outra definição de mente – "sem" – além do intelecto."
Avisando e explicando porque.
Este blog não reconhece as escolas da Tradição Nova Kadampa (NKT - New Kadampa Tradition) lideradas por Geshe Kelsang Gyatso ou quaisquer outros grupos não reconhecidos pelo governo tibetano. Peço que não sejam feitos anúncios de eventos e publicações ligadas a eles. Obrigada.
"O fundador da Escola Nova Kadampa, Geshe Kelsang Gyatso, não é um mestre confiável. É dito que ele foi pego fazendo práticas para diminuir a longevidade do Dalai Lama. O Dalai Lama disse que "lama" Ganchen (o que ordenou o brasileiro "lama" Michel, filho de Bel Cesar) e Geshe Kelsang Gyatso fazem uma prática que ele desaprova. Quando ele dá iniciações, ele pede que as pessoas que fazem a prática se retirem. Isso tem a ver com o sectarismo secular no Tibete: a prática banida é uma que, historicamente, está associada à perseguição dos Nyingmas pelos Gelugpas. O Dalai Lama é não-sectário e, assim, condena a prática. Com as palavras do Dalai Lama, 'todo lama que se prese, inclusive os mestres de todas as linhagens, condenam a prática e os professores que persistem nela'. Assim, basicamente, eles são uma seita do budismo tibetano, algo inventado e em desacordo com todas as quatro linhagens e suas sublinhagens. A única recomendação é que, a pessoa que deseja que o Dalai Lama viva mais tempo, não compre livros, freqüente ou faça práticas de/com esses lamas. Alguns monges próximos ao Dalai Lama foram esfaqueados e mortos por extremistas ligados à prática. Uma conexão com Geshe Kelsang Gyatso foi levantada, mas não provada. Logo depois ele foi expulso do mosteiro de Sera e fundou a seita. Já ouvi muitos lamas reverenciados falando abertamente da questão recriminando o envolvimento com essas pessoas. Dalai Lama, Chagdud Rinpoche, Namkai Norbu e seus alunos principalmente. Não ouvi diretamente deles, mas sei que Sakya Trizin e o Karmapa também são contra a NKT (New Kadampa Tradition) e a favor do Dalai Lama. Tomo por isso que a pessoa que segue concorda com assassinatos rituais, uso de drogas, suicídio coletivo, genocídio e assim por diante, se ele for defendido por algo que se diga uma religião – como já temos visto freqüentemente ao longo da história. Parece-me uma posição difícil de manter. E fico feliz de ter dito isso. Patrul Rinpoche diz: "uma gota de veneno faz litros de leite puro nada mais do que veneno". Consta que tanto a NKT quanto a organização Gangchen usam a imagem do Dalai Lama para confundir as pessoas sem nunca, é claro, mencionar a opinião do próprio Dalai Lama sobre eles." Eduardo Pinheiro (Padma Dorje)
Rodas de oração
ཨོཾ་མ་ཎི་པ་དྨེ་ ཧཱུྃ།
Os méritos do mantra OM MANI PEME HUNG beneficiam não somente a você, mas a todas as criaturas vivas incluindo pequenos animais e insetos e assim, suas mentes ficarão tranqüilas e felizes. A cada vez que esta página é aberta, a roda de oração gira. Então, não se esqueça de dedicar os méritos do mantra a todos os seres vivos do samsara.
ॐ मणि पद्मे हूँ -
ཨོཾ་མ་ཎི་པ་དྨེ་ཧཱུྃ། -
オンマニハンドメイウン -
옴 마니 파드메 훔 -
โอม มณี ปัทเม หุม -
L'horloge par Casea avec le web-painture "Abyss" par ma fille.
Um dedal muito especial
Minhas imagens ilusórias.
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Climatempo
O Céu do Momento
Minha terra, my country, mi tierra, mon pays, mia terra, mein land / Belo Horizonte, MG, Brasil