-->
Mostrando postagens com marcador apego. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador apego. Mostrar todas as postagens

domingo, 28 de novembro de 2010

Ação. Dudjom Rinpoche


"Ação é estar verdadeiramente atento a seus próprios pensamentos, bons ou maus, olhando para a verdadeira natureza de todos os pensamentos que possam surgir, sem traçar o passado, nem convidar o futuro, nem permitir qualquer apego à experiência de alegria, nem ser superado por situações tristes. Ao fazer isso, você tenta atingir e permanecer em estado de grande equilíbrio, onde todos os bons e maus, a paz e a angústia, são desprovidos de verdadeira identidade."

‎"Action is being truly observant of your own thoughts, good or bad, looking into the true nature of whatever thoughts may arise, neither tracing the past nor inviting the future, neither allowing any clinging to experiences of joy, nor being overcome by sad situations. In so doing, you try to reach and remain in the state of great equilibrium, where all good and bad, peace and distress, are devoid of true identity."

terça-feira, 6 de julho de 2010

Generosidade



"A essência da generosidade é abrir mão, deixar acontecer. A dor é sempre um sinal de que estamos segurando alguma coisa - normalmente nós mesmos. Quando nos sentimos infelizes, inadequados, nos tornamos mesquinhos e rígidos. A generosidade afrouxa, abre e relaxa. Ao oferecermos qualquer coisa, um real, uma flor, uma palavra de encorajamento, estamos treinando em abrir, em deixar acontecer.”
Pema Chödrön

sexta-feira, 16 de abril de 2010

Do apego e desejo - Chagdud Tulku Rinpoche


" Impelidos pelo desejo, deixamos de apreciar e valorizar aquilo que já temos. Precisamos nos dar conta de que o tempo que temos com aqueles que nos são caros - nossos amigos, nossos parentes, nossos colegas de trabalho - é muito curto. Mesmo se vivêssemos até cento e cinquenta anos, isso seria muito pouco tempo para desfrutar da nossa oportunidade humana e fazermos uso delas.
Aqueles que são jovens pensam que sua vida será longa e os velhos pensam que a vida terminará logo. Mas não podemos pressupor essas coisas. Nossa vida vem com uma data de expiração embutida. Há muitas pessoas fortes e saudáveis quemorrem jovens, enquanto muitos velhos, doentes e debilitados continuam vivendo dia após dia. Sem saber quando iremos morrer, precisamos cultivar a apreciação das coisas que temos, enquanto as temos, em vez de ficarmos procurando defeitos em nossas experiências e buscarmos, incessantemente, preencher nossos desejos."

segunda-feira, 27 de abril de 2009

A verdadeira compaixão


"A verdadeira compaixão surge por qualquer tipo de sofrimento, pelo sofrimento de todos os seres. Ela ela não está ligada ao que é certo ou errado, ao apego ou aversão."

Chagdud Tulku Rinpoche

domingo, 26 de abril de 2009

Lama Thubten Yeshe

Lama Thubten Yeshe (... / 1984)

Lama Zopa Rinpoche

Lama Thubten Yeshe nasceu no Tibet e foi educado na grande Universidade Monástica de Sera em Lhasa. Em 1959 ele fugiu e, por fim, iniciou o Monastério Kopan no Nepal com seu principal discípulo Lama Zopa Rinpoche onde ensinaram o budismo para os ocidentais. Fundou a FPMT (Fundação para a Preservação da Tradição Mahayana) http://www.fpmt.org/ em 1975 e viajou pelo mundo afora difundindo o dharma. Ele ajudou profundamente centenas de alunos e faleceu em 1984.

“Podemos corrigir nossa atitude! Podemos corrigir nossas ações! Não pensem que ‘minhas atitudes, minhas ações são meu carma anterior e eu não posso fazer nada’. Esta é uma compreensão errada do carma. Não pensem ‘Eu sou impotente’. Nós temos poder, seres humanos! Nós temos o poder de mudar nosso modo de vida, mudar nossas atitudes, mudar nossos hábitos! Esta é a capacidade que chamamos de potencial búdico ou poder de Deus, ou seja, lá como vocês chamem. É por isso que o budismo é simples, muito simples. É um ensinamento universal. É compreensível para qualquer pessoa religiosa ou não religiosa. Esta é a beleza do ser humano! Ele tem instrumentos poderosos! Para qualquer tipo de coisa nós temos a habilidade e o poder de transformar tudo em alguma outra coisa. É por isso que o budismo tibetano tem tantos métodos para transformar o apego em um caminho para a liberação, para transformar o desejo em um caminho para a liberação. Enfatizamos muito o método! Do ponto de vista do budismo não há nenhum problema humano que não possa ser interrompido pelo próprio ser humano e ele, pessoalmente, ter a compreensão e tomar coragem de que pode lidar e interromper todo o ‘meu problema’. Acho que esta atitude é essencial para o crescimento de alguém. Acredito de verdade que todos nós, mesmo não sendo grandes meditadores ou nem mesmo bons espiritualmente, se tivermos alguma compreensão e força de vontade, podemos parar o problema. Na maioria das vezes falhamos na compreensão da nossa própria capacidade. Nos colocamos para baixo. É por isso que o budismo tibetano, muitas vezes, vê o Buda em vocês, vocês são o próprio Buda. Tenho certeza que vocês já ouviram isso.”

domingo, 22 de março de 2009

Raiva, apego, aversão, inveja, ignorância e orgulho.

Raiva eu tenho, mas ela costuma durar pouco, cerca de meia hora. Isso quanto a alguma coisa que não deu certo. Geralmente uma costura, um crochet. Deixo de lado. Depois desmancho e faço outra vez.
O problema é quando me apego à raiva e sinto aversão por alguém que certamente sentiu inveja de mim e me prejudicou, coisa que hoje não sinto nem faço mais. Perda de tempo e energia.
Aí, a raiva fica rondando minha mente. Está ali, escondida, calada, sorrateira, sorrelfa, astuta e dissimulada. Na hora em que menos espero, a tal pessoa surge na mente ou na minha frente - o que dá na mesma - e a raiva aparece de novo e, como uma cobra, me dá o bote! Péssimo!
Tenho orgulho, e muito! Às vezes me pego fazendo apologia de mim mesma: eu sei, eu conheço, eu tenho, eu sou, eu, eu , eu! Mas peço perdão e desculpa com muita facilidade o que já é uma certa forma de orgulho.
Melhor do que culpa, seria sentir vergonha, guardar a cara no armário, meter-me sob os lençóis, trancar-me no quarto, mais perto da humildade e da humilhação.
Agora, ignorância? Pelo Sublime! Demais! Que vergonha!
Mas hoje testei minha paciência. Sentada de frente para um relógio inevitavelmente contei cinquenta minutos de nervosia, desabafo e gritaria da minha irmã que não tem a menor tolerância e lá vou eu julgar uma pessoa... que vergonha! Mas, mesmo assim, alguém sabe quanto vale a hora de um psicólogo?

sábado, 15 de novembro de 2008

Apegar e desapegar

APEGAR: manter por insegurança; duvidar da abundância; não viver pelo medo de deixar de ter; acumular; somar para ter a sensação de ser. Dar-se o direito de possuir, de usufruir, de dedicar-se à satisfação do desejo; estar de acordo com a vontade; partilhar com abundância; mobilizar; reciclar; fazer do pronto algo diferente; fazer do aparente estático um movimento contínuo; ponderar sobre o necessário e importante; validar os efeitos da ponderação; estar em harmonia com o que é oferecido pela Vida, pelo Cosmos; possuir e estar com o que nos pertence; abrir-se para a obtenção; movimentar os impulsos da renovação.

DESAPEGAR: Não acumular excessos ou coisas desnecessárias, nada aplicáveis, pouco aproveitáveis; estar em posse apenas do que satisfaz e preenche; não ocupar espaços externos e internos com supérfluos; estar consciente do que não é necessário ter ou cultivar; deixar-se com lugares livres para a aquisição e posse do que é desejo de momento ou do momento; estar desocupado para poder se ocupar; estar disponível para a ocupação.

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

Planos mundanos

Enquanto estivermos agarrados aos nossos planos mundanos, então não seremos praticantes do Dharma. Se nossos planos não vão além desta nossa vida e da vida de todos, então não somos bons praticantes do Dharma.

As long as we are grasping to our worldly agenda then we are not Dharma practitioners. If our agenda does not go beyond this life and everybody's life we are not good Dharma practitioners.