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quarta-feira, 22 de setembro de 2010

Serviço de utilidade pública.


Toalhas de papel eliminam mais germes do que secadores de ar quente?

Ter, 21 Set, 03h39
O ritual de limpar as mãos é simples: lavá-las cuidadosamente com água e sabão. Mas, quando desliga a torneira, você pega a toalha de papel ou usa o secador de ar quente?
Como as bactérias se proliferam nas mãos molhadas, o método que remove mais umidade deve, teoricamente, ser mais eficaz. Contudo, alguns estudos sugerem a interferência de outros fatores.
Algumas pesquisas têm demonstrado que os secadores de ar convencionais - e os mais recentes, com sistemas de jato de ar, em que os usuários enfiam as mãos em um recipiente enquanto o ar dispara - são áreas de reprodução de bactérias, que contaminam as mãos e dispersam os germes. Mas esses estudos podem apresentar um conflito de interesses: o financiamento da indústria do papel.
No ano 2000, a Clínica Mayo conduziu um dos poucos estudos independentes sobre a questão. Os pesquisadores recrutaram 100 pessoas, contaminaram suas mãos e, em seguida, pediram que as lavassem com água e sabão. Depois disso, pediram que passassem as mãos sob um secador de ar quente durante 30 segundos ou utilizassem um pano ou toalha de papel descartável por 15 segundos. No final, os cientistas observaram um empate: ambos os métodos secaram bem as mãos e produziram reduções equivalentes de bactérias.
Outros estudos que analisaram antissépticos com álcool mostraram que eles eliminam a maioria das bactérias, mas nem todos os vírus, como o norovírus. Além disso, para serem eficazes, eles devem conter pelo menos 60% de álcool em sua composição.
A conclusão: a melhor evidência disponível indica que o método de secagem é menos importante do que a quantidade de tempo investido na eliminação dos germes: quanto mais tempo lavando as mãos, melhor.
© 2010 New York Times News Service - Tradução: Claudia Lindenmeyer

sexta-feira, 15 de maio de 2009

Operação limpeza!


Acordei tarde hoje. Cheguei na cozinha prá tomar meu desjejum, pois não tomo café, e topo com uma cozinha do jeito que o diabo gosta: i-mun-da!

Vou reclamar com quem? Acordei tarde e todo mundo já tinha saído. Resolvi limpar a cozinha de uma maneira ecológica e educada, sem culpar, sem reclamar, sem resmungar, sem murmurar palavrões. Com um caneco, enchi todo o vasilhame com água para amolecer a sujeira seca. Enquanto isso, tomei meu desjejum, escovei os dentes e arrumei a cama.

Aí começou a operação-cozinha! Bucha nova porque a que estava lá o diabo também gosta! Sabão de coco! Detergente só em caso de muita gordura. Ensaboei tudo, tudo, tudo! Depois, abri a torneira, enxagüei e coloquei no escorredor. Fecha torneira. Pega a bucha do diabo e usa detergente para limpar o fogão e uma ou outra panela mais engordurada. Tira a espuma do fogão com um pano de linhagem que vai ser lavado mais tarde quando juntar o suficiente para não gastar muita água. O mesmo pano é usado para passar no chão. Quando tudo estiver sequinho, não é preciso enxugar. Só guardar. Pronto. Fui tomar um banho.

Só tenho uma dúvida. A água que está no cano da torneira volta pro cano do ralo e vai prá onde? Ela não sai da Terra planeta. So what’s the big deal?