sábado, 9 de janeiro de 2010
Lam Rim
Uma palavra. Muitos significados.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2010
Mensagem da Drika da Guessar
"Fique à vontade para acessar nosso site www.guessar.com.br e conhecer a nossa loja on-line. Que as condições auspiciosas se manifestem para todos nesta semana!
Drika."
The Other Side of Fear
"Enfrentar o seu medo é como atravessar um nevoeiro. A chave é saber se você está se relacionando com algo real ou com uma monumental armadilha, com uma prisão. Se você sentir mais pânico pode ser que tenha uma natureza covarde. Se você não for covarde, então, só o que você tem a fazer é enfrentar o seu medo. Você pode atravessá-lo sem ser covarde. É só invocar o seu cavalo de vento* interior. Se você for capaz de unir o medo e a incerteza com a confiança verdadeira, então, você vai chegar do outro lado. Lidar com os dois lados da moeda não é muito fácil, mas não é impossível. Aí, você descobre um novo compromisso de trabalhar consigo mesmo no caminho do guerreiro e passa a ter uma sensação maior de conexão com a sua vida."
From "The Other Side of Fear, " pages 108 to 109, in SMILE AT FEAR:
AWAKENING THE TRUE HEART OF BRAVERY. ("O outro Lado do Medo: Despertando o verdadeiro coração da bravura")
*Wind-horse / Cavalo de vento http://www.glossary.shambhala.org/#WINDHORSE
Idéia fixa
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
Happy New Year by Tai Situ Rinpoche
In five parts. The year of the tiger of metal starts on February 14th.
Acabou-se o jardim...
quarta-feira, 30 de dezembro de 2009
Gandharvas
sexta-feira, 25 de dezembro de 2009
Dive into fear!
Para algumas pessoas, o medo não tem lógica. Para alguns outros, traz uma lógica imensa sobre isto e aquilo. Há infinitas possibilidades, tantas maneiras de provar que os temores de alguém são válidos. Podemos sempre encontrar boas razões para ter medo. Mas neste caso, ao invés de tomar uma abordagem analítica para o medo, devemos apenas olhar para o nosso medo diretamente. Então, pular dentro do medo. Se vocês fizerem isso, a próxima coisa que você vão experimentar será uma sensação de fracasso. O medo reúne uma grande e intensa quantidade de energia. Quando vocês mergulharem nele, vocês sentem como se tivessem apenas furado um balão. Ou como se vocês tivessem apenas mergulhado na água gelada, há uma frieza súbita. Então vocês vão sentir uma pontinha de tristeza. Além disso, vocês podem ter algum sentimento permanente de isolamento e incerteza, que são as sobras do medo, mas a qualidade intensa do medo começa a diminuir, e seu medo se torna meio que razoável e praticável.
From "The Other Side of Fear, " page 108, in SMILE AT FEAR: AWAKENING THE TRUE HEART OF BRAVERY. - Chogyam Trungpa Rinpoche.
http://www.shambhala.com
segunda-feira, 21 de dezembro de 2009
Lições do Mestre
Yongey Mingyur Rinpoche
Como lidar com o sofrimento? Qual o meio mais habilidoso de não se cortar nas lâminas afiadas apresentadas pela vida? Mingyur Rinpoche, monge tibetano de 33 anos que hoje reúne milhares de alunos em todo o mundo, ensina no seu mais novo livro, Joyful Wisdom (Alegre Sabedoria), como enfrentar situações difíceis sem sofrer mais do que o necessário.
Nos monastérios onde viveu, ele era sempre o menorzinho da turma. Passava por debaixo das mesas quase sem abaixar a cabeça, corria de lá para cá como um ratinho e zanzava entre os monges mais velhos sem ser percebido. “Quando a sala de meditação estava cheia, vinha sempre alguém na minha direção para se sentar onde eu estava, pois era tão miudinho que o lugar parecia estar vazio”, conta ele. Talvez por aparentar tamanha fragilidade e sentir-se tão desprotegido, o pequeno Yongey Mingyur sofreu muito. Tinha frequentes ataques de pânico, sentia-se amedrontado com as enormes (para ele) dimensões do monastério e atravessou noites seguidas com pesadelos horrorosos porque achava que alguém fosse acusá-lo de ter quebrado o vidro da sua janela que, um dia, apareceu rachado. Justamente por isso, ninguém melhor do que ele para saber o que uma pessoa sente diante de uma situação que lhe parece avassaladora.
Seguindo os ensinamentos que lhe foram passados por seus mestres budistas, pouco a pouco Rinpoche começou a entender o processo de como caía nas armadilhas dos seus pensamentos e começava a sofrer. Algo que todos nós fazemos sem darmos conta.
No seu primeiro livro, Alegria de Viver, Descobrindo o Segredo da Felicidade (Campus Elsevier), Mingyur Rinpoche conta como superou seus traumas por meio da meditação. No segundo, o recém-lançado Joyful Wisdom (ainda sem tradução em português), ele explica quais atitudes e recursos temos para nos poupar do sofrimento inútil ou minimizar as dores que não se pode evitar. Acompanhe aqui algumas das preciosas lições de sabedoria do monge tibetano, ensinadas em seus livros, cursos e palestras. Com certeza elas têm a possibilidade de nos conduzir a uma vida mais plena, alegre e cheia de sabedoria.
1 - Dê um passo para trás
Dizem os ensinamentos budistas: não importa qual a situação, sempre é possível observá-la de outra perspectiva. Uma coisa é olhar para um rio mergulhado dentro dele, outra é vê-lo da margem e vislumbrar melhor o que ele é, o seu curso e onde vai parar. “Quando estamos totalmente imersos dentro da água, ou, de maneira correlata, dos nossos sofrimentos, podemos nos afogar sem perceber”, diz Mingyur Rinpoche. Nessa situação, a água entra pelo nariz, turva os olhos, não conseguimos respirar. “Não há nenhuma vantagem em permanecer assim. Então, nem que for por um instante, precisamos tentar sair da situação para encará-la de outra maneira”, ensina. Pelo menos para inspirar um pouco de oxigênio, se afastar da turbulência, nos fortalecer. Por momentos, podemos ver que não somos o próprio rio, só estamos envolvidos nele. Dar um passo para trás e observar o que acontece de outro ângulo é essencial para desenvolver outra perspectiva. "Esse afastamento da situação pode ser muito positivo. A partir desse momento, ela não tem mais o poder de nos arrastar para o fundo do poço”, afirma o mestre. Esse distanciamento nos oferece uma nova visão da realidade, mais verdadeira e abrangente.
2 - Acolha a dor
“Os ensinamentos de Buda feitos há 2 500 anos não dizem como superar a solidão, o desconforto e o medo que preenchem nossa vida. Muito pelo contrário. Suas lições mostram que só seremos capazes de encontrar a liberdade ao aceitar os sentimentos provocados pelos percalços em que esbarramos no caminho”, relata Mingyur. Dessa maneira, podemos acolher o incômodo que as instabilidades nos trazem, sem deixar que elas possam nos imobilizar completamente. “Percebemos que estamos sofrendo, aceitamos essa condição. No entanto, não somos mais engolidos pela dor.” Uma das formas de facilitar esse processo é a meditação. Durante a prática, também podemos perceber o rio dos nossos pensamentos, e a turbulência emocional que se origina deles. “Mesmo hoje, 20 anos depois de aprender a meditar, ainda estou sujeito à maioria das emoções humanas”, conta Rinpoche. “Dificilmente seria alguém que poderia ser chamado de ‘iluminado’. Me canso, como todo mundo. Algumas vezes estou zangado, frustrado ou aborrecido. Mas agora, tendo aprendido a trabalhar com minha mente, percebi que essas experiências mudaram de nível.” Em vez de ser soterrado por elas, Mingyur aprendeu a acolhê-las e a aproveitar as lições que elas oferecem.
3 - Não compre o pacote todo
O cérebro humano está constantemente processando diversas faixas de informação por meio dos cinco sentidos. Ele as compara com experiências passadas, presentes e por vir, prepara o corpo para reagir de certa maneira e, ao mesmo tempo, áreas relacionadas com a memória e com a projeção do futuro são ativadas. Para facilitar esse processo de cognição, descarta algumas informações e sintetiza aquelas que selecionou num único pacote. É um sistema complexo que funciona razoavelmente bem para o que precisamos no dia-a-dia. “Mas a maneira de ele funcionar traz uma desvantagem ao ver as coisas como um todo”, diz o monge. “Dessa forma, podemos perder muitos dados importantes que teriam a capacidade de influir e modificar a nossa avaliação de determinada situação.” Ou seja, baseados em informações gerais fornecidas pelo cérebro, pensamos que a situação é de um determinado jeito, mas, na realidade, ela pode ser de outro. Trocando em miúdos, existe uma grande chance de estarmos completamente enganados.
4 - Desconfie dos seus julgamentos
Uma história contada no livro Joyful Wisdom ilustra bem essa possível interpretação equivocada da realidade. Certa vez, Mingyur Rinpoche estava no museu de cera de Paris, quando viu uma estátua do dalai-lama. Era uma reprodução perfeita e vívida do líder espiritual tibetano, embora estivesse ligeiramente na penumbra. Ele então chegou mais perto para olhar todos os detalhes, pois conhece Sua Santidade bastante bem. Estava assim entretido, quando um casal se aproximou. Ele não percebeu sua presença e continuou a atenta observação. Por sua vez, os dois turistas também o observavam detidamente, pensando que Rinpoche fazia parte da cena moldada com cera: o dalai-lama com um monge pequenininho ao lado. “Quando finalmente eu me mexi, os dois deram um grito de pavor”, lembra. “Eu, por minha vez, levei um susto com a presença deles. Depois de nos recuperarmos do choque, e darmos boas risadas juntos, me ocorreu que esse episódio fugaz era capaz de revelar um dramático aspecto da nossa condição humana”, conta Rinpoche. “Vemos o que esperamos ver, limitados por nossa própria capacidade de observação. E o que percebemos pode não ser a realidade como ela é.” Nos agarramos em nossas percepções e conclusões, e a defendemos com unhas e dentes, sem perceber que elas têm grande chance de não serem reais. “A realidade pode bem ser diferente daquilo em que acreditamos. Para compreender o que uma situação realmente é, teríamos de estar num estado que Buda chamou de ‘iluminado’”, explica o monge no seu livro. Ou seja, num estado não limitado por nossas percepções errôneas. A iluminação é como se, de repente, se acendesse a luz de um quarto escuro e a gente fosse capaz de ver como ele realmente se apresenta. E assim poder dizer: “Nossa, aquela coisa em que eu tropeçava sempre é uma mesa! Aquela outra coisa que achava que era um criado-mudo é uma cadeira!” Traduzindo: olhamos para a vida dominados por nossas percepções, concepções e emoções. E elas são filtros que distorcem a realidade. Portanto, aceitar que nossa visão tende a ser limitada, e que podemos não ter razão em nossos julgamentos, é sempre um bom começo para diminuir e relativizar as emoções dolorosas provocadas por eles.
5 - Aceite que sofrer faz parte da vida
Sofremos por diferentes razões. Mas uma das distinções mais cruciais, no entanto, é saber distinguir o sofrimento “natural” do sofrimento “autocriado”. O primeiro inclui tudo aquilo que não podemos evitar na vida. Classificados nos textos budistas como as dores ligadas ao nascimento, envelhecimento, doença e morte, são experiências que fazem parte das transições mais importantes da existência. Eles se apresentam como condições naturais que envolvem o desconforto físico. Mas há outro tipo de sofrimento que se desenvolve com base em avaliações psicológicas autocriadas, experiências que surgem de nossa interpretação de fatos e eventos, como ressentimento ou raiva contra as pessoas que não vivem do jeito que a gente gosta, inveja de quem tem mais do que nós ou uma ansiedade paralisante quando não há a mínima razão para isso. “Esses sentimentos dolorosos gerados por nossas concepções são baseados em histórias que contamos a nós mesmos, fortemente enraizadas em nosso inconsciente, sobre não ser suficientemente bom, rico o bastante, bonito ou seguro na medida certa, ou outras formas parecidas”, diz Rinpoche. O sofrimento autocriado é essencialmente uma invenção mental. “É como eu mesmo pude constatar com relação à minha própria ansiedade e medo, não é menos doloroso do que o natural. Mas, em vez de ficar julgando com pensamentos como ‘Por que eu estou sozinho?’, ‘Será que tem um jeito de sair disso?’, ‘Não quero mais sentir tal coisa de jeito nenhum!’, poderíamos olhar para esses sentimentos dolorosos e dizer que há solidão, há ansiedade, há medo, como se essa dor fosse uma condição não pessoal, mas algo que simplesmente faz parte da vida”, aconselha o monge. É uma maneira de compreender a Primeira Nobre Verdade ensinada por Buda: a de que o sofrimento (dukkha) existe e de que é uma condição natural da humanidade. “A palavra dukkha é traduzida no Ocidente, de uma maneira um tanto pesada, por sofrimento. Mas o termo se refere mais a um desconforto, algo que incomoda, aquela coisa que raspa no peito mesmo quando a gente está feliz”, explica o monge tibetano. “Aceitar que essa dor existe e que pertence ao nosso mundo, e não ficar o tempo todo lutando contra ela como algo a ser subjugado, é o primeiro grande passo para cessar aquilo que nos faz sofrer.”
Revista Bons Fluidos – Junho de 2009
Direção de arte • Camilla Sola
Texto • Liane Alves
Videos no Tergar Meditation Community http://tergar.org/resources/videos.shtml
Remendando
Uma cheflera (scheffera arboricula) que eu ganhei num sorteio de um encontro de decoradores, já tinha sido podada até em baixo porque virou mesmo uma árvore! A danada tinha um tronco de cerca de 18 centímetros de diâmetro e formou uma raiz tão grande e longa, com cerca de seis centímetros de diâmetro, que fez a curva da jardineira! Quem sentiu falta foram os morceguinhos que comiam as frutinhas dela! Simplesmente sumiram, tadinhos!
Salvamos o boldo-do-chile (peumus boldus), a pitangueira, a camélia branca, a mirra (do hebraico maror ou murr que significa amargo e tem propriedades antisépticas), o jasmim-estrela (jasminum nitidum), o dinheiro-em-penca (callisia reppens) e mais um monte de plantas de forração como as espadinhas-de-são jorge (sansevieria trifasciata) que já enfeita caldeirõezinhos antigos na minha sala.
Foi uma bagunça e tanto, mas também uma excelente terapia! Vamos remendando devagarzinho.
Domingo que vem tem mais porque é o único dia em que ninguém trabalha, mas carrega pedra! Digo, terra!
sábado, 19 de dezembro de 2009
Divagando.

domingo, 13 de dezembro de 2009
O Budismo é lógico! Não há espaço para fantasias no budismo!
sábado, 28 de novembro de 2009
Quotes - Citações
On Truth: Three things cannot be long hidden: the sun, the moon, and the truth.
On Anger: You will not be punished for your anger; you will be punished by your anger.
On Work: To be idle is a short road to death and to be diligent is a way of life; foolish people are idle, wise people are diligent.
On Friends: An insincere and evil friend is more to be feared than a wild beast; a wild beast may wound your body, but an evil friend will wound your mind.
On Love: You, yourself, as much as anybody in the entire universe, deserve your love and affection.
On Envy: Do not overrate what you have received, nor envy others. He who envies others does not obtain peace of mind.
On Good Deeds: Neither fire nor wind, birth nor death can erase our good deeds.
On Thought: The mind is everything. What you think you become.
On Gratitude: Let us rise up and be thankful, for if we didn't learn a lot today, at least we learned a little, and if we didn't learn a little, at least we didn't get sick, and if we got sick, at least we didn't die; so, let us all be thankful.
On Hatred: Hatred does not cease by hatred, but only by love; this is the eternal rule.
Sobre a Raiva: Guardar raiva é como uma pegar um carvão quente com a intenção de jogá-lo em outra pessoa, você é o único que fica queimado.
Sobre a Verdade: Três coisas não podem ser escondidas por muito tempo: o sol, a lua, e a verdade.
Sobre a raiva: você não será punido por causa de sua raiva, você será punido por sua própria raiva.
No trabalho: Ser ocioso é um caminho curto para a morte e ser diligente é um modo de vida, pessoas tolas são ociosas, pessoas sábias são diligentes.
Sobre Amigos: Um amigo insincero e mau é mais temível que um animal selvagem, um animal selvagem pode ferir seu corpo, mas um mau amigo ferirá sua mente.
Sobre o Amor: Você mesmo, tanto quanto qualquer pessoa no universo inteiro merece seu amor e carinho.
Na inveja: não superestimar o que você tem recebido, nem os outros de inveja. Aquele que inveja outros não obter a paz de espírito.
Sobre as Boas Ações: Nem fogo, nem vento, nem o nascimento e nem a morte podem apagar as nossas boas ações.
Sobre o Pensamento: A mente é tudo. O que você pensa é o que você se torna.
Sobre a Gratidão: Vamos nos levantar e ser gratos, porque se nós não aprendemos muito hoje, pelo menos aprendemos um pouco, e se não aprendemos um pouco, pelo menos nós não ficamos doentes, e se que ficamos doentes, pelo menos, nós não morremos, por isso, vamos todos estar agradecidos.
Sobre o ódio: o ódio não cessa pelo ódio, mas apenas por amor, esta é a regra eterna.
Postado no Facebook por Samten Dharma e traduzido ao português por mim.
Visões no bardo do dharmata - Visions in the dharmata bhardo.




Everything in our whole experience is built and conditioned by the five elements, the five skandas and the five poisons. But, during the bardo of dharmata, samsara is reversed: the common experience is turned backwards, inside out and upside down. Instead of perceiving only the coarse and external aspects of things, we experience its pure essence, original, from within. Our own elements manifest as the devas, our skandhas as the Buddhas and the five poisons are transformed into five types of the awaken knowledge
"Vazio Luminoso" "Luminous Emptiness"- Francesca Fremantle - pág. 326
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Fim de ano.

Ano Novo também não tem graça. Por que novo? É só um dia após o outro. Além do quê, minha lembrança é que meus pais saíam e eu ficava tomando conta dos meus irmãos menores. À meia noite, hora do foguetório, era um corre-corre porque os irmãos mais novos se assustavam e o mais novinho chorava de medo e susto! Então, eu o colocava na minha cama, uma orelha no travesseiro, outra no meu rosto deitado sobre o dele até que ele dormisse de novo depois do barulho. E eu o deixava ficar na minha cama pelo resto da noite.
Esses dias são apenas datas e não gosto de datas: dia da mães, dias dos pais, dia disso, daquilo. Tudo inventando pelo CDL (Câmara dos Diligentes Lojistas) prá incentivar o consumo. Justo eu que jogo fora todo o interior ruim de mim vinte e quatro horas por dia e vira e mexe junto o que não uso e doo a quem precisa.
Acho que sou como as abelhas, as formigas ou algum outro inseto que trabalha e leva a vida sem saber que é sábado, domingo, feriado, fim de ano...
segunda-feira, 16 de novembro de 2009
Tudo certo!
O irmão do meu marido ainda não completou setenta anos e está com um câncer terminal. A tia, já fez 96 anos e está com a memória ótima! Não é estranho? Não. Não é. É assim mesmo. A vida está perfeita. Tudo acontece no momento certo!

















