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terça-feira, 18 de novembro de 2008

Para Adoçar.


Pudim de Leite Condensado

4 ovos
1 lata de leite condensado
Use a lata vazia para medir o leite de vaca (1 lata)
Para a calda: 6 colheres (das de sopa) de açúcar.

Queime o açúcar em fogo brando na forma de banho-maria até dar ponto de bala. Cuidado para não deixar queimar senão fica amargo. Adicione um pouco de água e dissolva o açúcar até formar uma calda que vai untar a forma. Bata os outros ingredientes (ovos primeiro) no liquidificador e derrame na forma. Leve ao banho-maria por 45 minutos. Espere esfriar e leve à geladeira. Quando esfriar bem, desenforme, jogue a calda por cima e sirva.


Hummmm... Até fiz a letra da cor do pudim...

Os Três Aspectos da Respiração.

Há três aspectos básicos na respiração: ritmo, profundidade e duração.

A respiração lenta acalma, deixa a pessoa pacífica e compreensiva, produz clareza de pensamento. Ajuda a desenvolver uma percepção mais ampla de todos os fenômenos, aprofunda o auto conhecimento e a consciência universal. Diminui o ritmo das atividades biológicas e a temperatura tende a baixar.

A respiração rápida excita, produzindo um estado mental instável. A pessoa muda de emoções bruscamente e tem reações inesperadas de ataque e defesa, torna-se mais subjetiva e egocêntrica, vê mais os detalhes que o todo, fica mesquinha.

A respiração profunda gera harmonia entre todas as funções do corpo e, com isso, há mais satisfação, estabilidade emocional, confiança e capacidade de expressão. Facilita a meditação e o sentimento amoroso.

A respiração superficial gera carência. Já que não supre as necessidades orgânicas de oxigênio, isso se reflete no estado mental e emocional. A pessoa fica medrosa, volúvel, insegura, ruim de memória e de intuição. A angústia tem muito a ver com isto.

A respiração longa dá poder de concentração e sintoniza a gente com o ritmo do universo. Traz paciência, calma, tolerância, desenvolve uma visão profunda das coisas e a consciência do aqui-agora. A memória e a Visão do futuro se tornam mais extensas e claras.

A respiração curta é dispersiva, traz impaciência, cria um ritmo irregular; a gente muda muito de idéia, tende à intolerância e ao mau humor, custa a se adaptar aos ambientes, vive em conflito e se apega mais aos detalhes do que ao todo.

De onde se conclui que uma respiração longa, lenta e profunda pode criar dentro de cada um de nós um oásis particular de harmonia, paz e saúde.

Fonte: HIRSH, Sônia. "Deixa Sair: Dieta sem Dieta – Respiração, movimento e meditação" - Rio de Janeiro – Correcotia – 2004.

segunda-feira, 17 de novembro de 2008

Agora Faço Tchubas


Agora faço tchubas! Esta foi em homenagem ao Rinpoche porque fiz para ir ao 6º Parinirvana dele e ficou pronta no dia. A 17 de novembro de 2002 ele se foi. Só não sei para onde. Aonde. À onde...
Quem se lembrar, compare esta foto com a primeira láááá atrás...

Homenagem! Meu saudoso e querido mestre.


(foto de Ronai Rocha)

Canção do Despertar
(letra da canção que Rinpoche cantava para nos despertar todas as manhãs)

“Uh, oh! Não durmas agora, ser afortunado. Desperta com diligência. De tempos sem princípio até agora tens dormido em ignorância. Agora é o momento de deixar o sono para trás e alcançar a virtude com corpo, fala e mente. Não te lembras da doença, da velhice e morte? Todo o sofrimento além da conta e além da medida? Esqueceste? Quem sabe se terás o dia inteiro? Agora é o momento de praticar com diligência. Ainda tens esta oportunidade de gerar benefício duradouro. Então, por que desperdiçar a oportunidade por preguiça? Se realmente contemplares a impermanência, consumarás a tua prática rapidamente. Quando a hora da tua morte chegar, estarás confiante. Com tua prática consumada, não terás nenhum arrependimento. Sem esta confiança, qual terá sido o propósito da tua vida? A natureza de todos os fenômenos é vazia e sem identidade como a lua refletida na água, uma bolha, uma alucinação, uma emanação, uma ilusão, uma miragem, um sonho, uma imagem no espelho, um eco. Todo o Samsara, todo o Nirvana é assim. Reconhece todas as coisas desta maneira: nada vem, nada fica, nada vai além de qualquer descrição por palavras, além de qualquer concepção da mente. Agora é o momento de alcançares a realização que é sem sinais.”

PRECE PELO RENASCIMENTO DE SUA EMINÊNCIA CHAGDUD TULKU RINPOCHE

KON THOG TSA SUM DE SHEG KUN DU PA UANG DRAG RIG DZIN PED MA DJIN LAB TCHIE
Pelas bênçãos do poderoso Vidyadhara Pema, em quem os sugatas das Três Jóis se unem,

PED MA GAR DJI UANG TCHUG TRUL PE KU NIUR DJON TEM DRO DON TCHEN DZED DU SOL
possa a emanação de Pema Gardji Uangthug rapidamente surgir e trazer vasto benefício aos ensinamentos e seres!

Adaptado de uma prece escrita por Kyabdje Khyentse Rinpoche

Minha tchuba


Terminei de fazer minha tchuba. Ela não é só a saia. É inteira, como um vestido. Ficou linda! Verde escuro com pequenas estampas de flores esparsas.
Se eu tomar coragem de sair de casa hoje, vou ao gönpa (lugar silencioso) para o Tsog do Parinirvana do Rinpoche.
Por quê tomar coragem para sair de casa? Porque desacostumei. Saio só para médico, dentista, compras inadiáveis. Coisas inadiáveis.
Estou fazendo um certo retiro domiciliar orientado pela Lama Sherab. E, sinceramente, não estou a fim de burburinho de sangha. Por isso pergunto: o nosso Gönpa ainda é um lugar silencioso?

How to Make a Zafu

Este fui eu quem fez. ou Esse foi eu que fiz.


Como fazer um zafu

Primeiro, procure um tecido adequado para um zafu. Escolha um tecido que não vai fazer você escorregar para fora da almofada durante a meditação. Nada de sedas, cetins, faillets ou importados escorregadios. É bom escolher um algodão forte como brim, sarja e de cor preta para que você não tenha que lavar o zafu toda hora.

Você vai precisar de um tecido medindo 0,51 x 2,22m. Desenhe um retângulo de 0,15 x 0,17 x 2,22m no tecido. Adicione 1 cm em todas as medidas para a costura. Depois, desenhe dois círculos de 0,30cm de diâmetro cada um adicionando 1 cm. para a costura. O retângulo vai servir como o lado do zafu depois e os dois círculos serão o topo e a base quando o zafu estiver pronto.

Agora vem a parte mais difícil que é dobrar o retângulo. Ele deve ficar com 20 a 21 pregas quando você terminar de dobrá-lo. É importante se concentrar ao dobrar e tentar ser o mais preciso que puder. Pegue o pedaço retangular do tecido e coloque-o sobre sua mesa de trabalho. Se necessário, passe a ferro o tecido. Para fazer as dobras mais facilmente e mais precisas, meça 10 cm. da ponta do lado curto do tecido e faça uma marca com giz de alfaiate. Meça 4 cm. desta marca e faça outra marca. Meça 5 cm. desta marca e faça outra marca. Meça 4 cm....5 cm.... repetindo esta marcação como mostra o esquema até que tenha de 20 a 21 pregas.

As duas pontas do tecido retangular devem ser, cada uma dobradas 3 vezes, mas não devem ser costuradas uma na outra. Elas devem transpassar uma sobra a outra uns 6 ou 7 cm. quando o retângulo estiver costurado aos dois círculos. Costure os dosi lados compridos do retângulo pregueado e tire os alfinetes.

Pegue um dos círculos e alfinete a um dos retângulos. Prenda o círculo ao retângulo costurando em volta do círculo por, no mínimo três vezes ou com um ponto bem forte, apertado. Depois, repita o mesmo procedimento com o outro círculo.

Quando terminar, você terá um zafu ao avesso. Ele deve ter uma fenda na lateral, onde as pontas do retângulo se transpassaram. Use esta fenda para encher o zafu com kapok. Se não tiver kapok, use alguma outra fibra. É importante que o zafu fique muito bem estofado, cheio para que ele não fique macio ao praticar meditação.

domingo, 16 de novembro de 2008

Ani-la


"We cannot experience anything in our life unless this fenomena we call mind interpretes it to be a certain way. So it means that our mind is the source of all our experience. We cannot experience anything unless our mind tells us what's happening".

"Não podemos experimentar nada em nossas vidas a não ser que este fenômeno que chamamos mente interprete-as de certa maneira. Então, isto significa que a mente é a fonte de todas as nossas experiências. Não podemos experimentar nada a não ser que nossa mente nos diga o que está acontecendo".
Bikksuni Ani Zamba Chözön.
Prece de Longa Vida para Ani Zamba Chozön
Pelas bênçãos do Senhor Nascido do Lótus,
pela aspiração de Arya Tara,
através da verdade da originação interdependente,
possa a vida de Ani Zamba Chozön
permanecer firme e beneficiar seres como eu.
Escrito pelo notório Dzongsar Khyentse Norbu Rinpoche, sob a mira de uma arma de fogo, a pedido de Dzamba Thinley.

Quem são os demônios?

Para cultivar o eu, devemos subjugar os demônios. Isso não significa brigar com os outros, mas livrar-se das próprias aflições. O propósito do cultivo é, portanto, adornar-se com tolerância e compaixão. (Hsing Yün)

As Duas Verdades

Isso não está acontecendo.
Eso no está passando.
Questo non sta succedendo.
This is not happening.
Ça n'est pas en train d'arriver.
.
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(-"-)
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^^^^^^
vvvvvvvvvvv

sábado, 15 de novembro de 2008

Dalai Lama

"Enquanto está buscando essa certeza dentro de si mesmo, se a sua mente anda por todos os lugares pensando: 'Talvez isso seja melhor, ou talvez aquilo...', agarrando-se em uma coisa atrás da outra, acabará não chegando a lugar algum. Por isso é importante que comece chegando a uma decisão e prossiga com base nessa decisão. Você precisa 'decidir com absoluta convicção que não há nada além disso."

"Dzogchen, A Essência do Coração da Grande Perfeição" - Sua Santidade, o Dalai Lama - Editora Gaia - pág. 78.

Free Tibet


Significados

Autoconfiança: confiança em sí próprio; segurança íntima de procedimento; crédito; fé; esperança firme; crença.

Autocontrole: equilíbrio

Benevolência: boa vontade; complacência; afeto; estima.

Confiança: (autoconfiança)

Desapego: falta de apego, de afeição; desprendimento; simplicidade.

Equilíbrio: harmonia; boa proporção; estabilidade mental e emocional; moderação; prudência; autocontrole; autodomínio.

Flexibilidade: maleabilidade; docilidade; brandura; compreensão; complacência.

Harmonia: disposição bem ordenada entre as partes de um todo; paz; coerência; proporção.

Humildade: virtude que nos dá o sentimento da nossa fraqueza, modéstia; respeito; reverência; submissão.

Libertação: desobstrução; desembaraço; tornar-se livre; desobrigação.

Otimismo: posição ativa e confiante; atitude em face dos problemas que consiste em considerá-los passíveis de solução.

Paz: ausência de lutas; tranqüilidade; concórdia; harmonia; sossego; repouso; silêncio.

Perseverança: pertinácia; constância; firmeza; persistência; prosseguimento; continuidade; permanência.

Ponderação: reflexão; meditação; consideração; tino; prudência; juízo; circunspecção; bom senso.

Renascimento: nascer de novo: recrescimento; reatividade; reimpulsionamento; renovação; revigoramento; rejuvenescimento; ressurgimento; reaparecimento; desabrochamento; renovação; recomeço.

Serenidade: calma; tranqüilidade; mansidão; sossego; paz; clareza; suavidade.

Apegar e desapegar

APEGAR: manter por insegurança; duvidar da abundância; não viver pelo medo de deixar de ter; acumular; somar para ter a sensação de ser. Dar-se o direito de possuir, de usufruir, de dedicar-se à satisfação do desejo; estar de acordo com a vontade; partilhar com abundância; mobilizar; reciclar; fazer do pronto algo diferente; fazer do aparente estático um movimento contínuo; ponderar sobre o necessário e importante; validar os efeitos da ponderação; estar em harmonia com o que é oferecido pela Vida, pelo Cosmos; possuir e estar com o que nos pertence; abrir-se para a obtenção; movimentar os impulsos da renovação.

DESAPEGAR: Não acumular excessos ou coisas desnecessárias, nada aplicáveis, pouco aproveitáveis; estar em posse apenas do que satisfaz e preenche; não ocupar espaços externos e internos com supérfluos; estar consciente do que não é necessário ter ou cultivar; deixar-se com lugares livres para a aquisição e posse do que é desejo de momento ou do momento; estar desocupado para poder se ocupar; estar disponível para a ocupação.

Anglicismo, galicismo e tradução.

É preciso ter muito cuidado ao traduzir do inglês para o português para que não se perca a linguagem comum e coloquial da língua portuguesa. Não pretendo colocar aqui uma conotação de protecionismo para com a nossa língua. Todas são universais. Mas é preciso preservar seus termos para que ela não se perca como já se perdeu. Um jovem de hoje vai ter que se valer de um bom dicionário se quiser entender Machado de Assis, José de Alencar ou Eça de Queiroz, este último, português.

Através do uso de inúmeras palavras ditas como aportuguesadas, o tão falado anglicismo e o galicismo, respectivamente palavras provenientes do inglês e francês, se interpuseram.

Vamos a alguns exemplos de anglicismo bem conhecidos: bife, futebol, tênis, home-theater, mouse, blush, remix, ranking, piercing, shopping, performance, etc.

É interessante notar que todas elas são usadas de maneira errônea no contexto da língua brasileira. Um inglês ou um estadunidense jamais vai entender que você foi a um shopping – que quer dizer fazer compras e não o local, que seria mall – para comprar um tênis – snicker em inglês – para depois comer um bife – steak.

Futebol é o football que chamamos aqui de futebol americano, porque, para eles, o nosso futebol é soccer. Blush é um verbo, to blush, ficar corado, envergonhado. Piercing, que pode ser usado como substantivo ou verbo, é perfurar algo ou as peças de aço cirúrgico que se coloca no corpo. Lembrando. Tatuagem é galicismo: tatooage em francês.

As áreas de informática, de decoração e de automóveis estão recheadas de anglicismos: browser (navegador, leitor de textos) link (ligação), site (sítio, lugar, local), homecenter (loja enorme de materiais de construção), hometheater (cinema em casa), piston, sedan, coupé, cardan, carter, diesel (motor de explosão interna).

O galicismo, por ter entrado mais cedo, no início do século XX, como um linguajar elegante, tem um número enorme de termos: boite, ballet, maquillage, rouge, baton, bidet, bouquet, boutique, buffet, champagne, cognac, bordeaux – estas três últimas são regiões da França – chalet, carnet, chique, crochet, tricot, coupon, dossier, filet, gaffe, garage, garçon, madame, mayonnaise, omelette, manicure e pedicure, purée para não citar inúmeras outras.

Voltando ao tema da tradução. A palavra inglesa wild que, ao pé da letra se traduz como selvagem deve estar de acordo com o contexto. No caso de animais a tradução seria correta, mas, wild dreams, wild thoughts, jamais seriam entendidos como sonhos ou pensamentos selvagens. São sonhos e pensamentos loucos, mas num sentido relacionado ao sexo.

Engraçado é que o inglês também usa galicismos. A noiva e o noivo comprometidos são fiancé (masculino) e fiancée (feminimo). Na hora do casamento se tornam bride (noiva) e groom (noivo) para só depois serem marido e mulher ou husband and wife. Se o casamento não der certo, tornam-se ex-wife e ex-husband. É muita mudança para o meu gosto! E em muito pouco tempo.

Ah! Esqueci-me de dizer que enquanto “digitava” este texto, “deletei”, dei “enter” e “cliquei” várias vezes...

Ana Carmen Castelo Branco
Belo Horizonte, domingo, 20 de janeiro de 2008 – 07:43h.

Homem Vitruviano

Eu não sabia disso. Resolvi compartilhar.
http://pt.wikipedia.org/wiki/Homem_Vitruviano_(desenho_de_Leonardo_da_Vinci)

É bom. De A a Z.

abnegação
aceitação
acerto
acolhimento
admiração
adoração
afeição
afeiçoamento
afeto
agrado
ajuste
alegria
altruísmo
amenidade
amizade
amor
anuência
aplauso
aprovação
atenção
bem-estar
benevolência
bondade
calma
camaradagem
carinho
conciliação
concordância
conexão
congraçamento
consideração
contenção
contentamento
cuidado
culto
dedicação
deleite
delicadeza
desprendimento
devoção
disposição
divertimento
economia
entendimento
entusiasmo
esmero
estima
exultação
felicidade
fraternidade
graça
harmonia
humor
inclinação
júbilo
lenitivo
leveza
ligação
moderação
moral
paciência
paixão
parcimônia
paz
pendor
polidez
prazer
prudência
recepção
receptividade
relação
respeito
responsabilidade
rigor
sabedoria
satisfação
sensatez
simpatia
sobriedade
suavidade
temperança
tendência
ternura
tino
tolerância
urbanidade
zelo

A pé.


Como não tenho carro, faço todos os meus trajetos a pé. Isto, para algumas pessoas, pode parecer aborrecido e cansativo. Às vezes, é. Já tive carro e sei que se faz muito mais coisas de carro. E mais rápido.

Porém, a pé, a qualidade supera a quantidade. O caminhar nos leva a certas reflexões muito enriquecedoras. Andar de carro exige reflexos rápidos e atenção voltada ao tráfego. Pouco há de enriquecedor.

Hoje, por exemplo, indo para o gönpa, pensei na motivação que leva as pessoas a escrever, a se tornar escritores mesmo, de profissão. Veio-me à mente Carlos Drummond de Andrade. Vi a carinha dele no ar. Constatei: é a pressa.

As pessoas não têm mais tempo nem paciência de ficar ouvindo, escutando de maneira atenta a cada palavra que o outro diz. E os outros têm tanto a nos dizer. Se Drummond não tivesse escrito o que pensava, se ficasse só falando, seus pensamentos seriam só seus e suas palavras ficariam soltas ao vento. Ninguém prestaria atenção. No entanto, resolveu escrever. E quem é que nunca leu Drummond, ouviu, escutou de maneira atenta?

São como os livros do Budismo em que um simples parágrafo nos põe a contemplar por horas a fio, às vezes por dias. De vez em quando nos flagramos em determinadas situações que nos remetem ao que lemos em algum lugar e sorrimos por dentro.

Estão vendo? Quem teria paciência de ouvir tudo isto que eu escrevi? E eu pensei tudo isto em alguns poucos minutos de caminhada. A pé.

Ana Carmen Castelo Branco.
Quinta-feira, 3 de Abril de 2003.

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Dinheiro


Dinheiro antes do trabalho, só no dicionário!

Ou depois da herança, da loteria ganha!

Chuva

A chuva chora
no aquário
as folhas giram
apáticas.
O céu grita
agita
as folhas das árvores
aflitas.
Meu rosto cora
meus olhos olham
meu âmago chora
Eu sou a chuva
de lágrimas.

Ana Carmen Castelo Branco - 08 de setembro de 1970 - aos 18 anos de idade.